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Os benefícios que a amamentação traz a mãe e ao bebê.



O Super Leite

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora!

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A primeira mamada-Quanto antes melhor.



A Organização Mundial da Saúde preconiza que a primeira mamada ocorra logo na primeira hora de vida do bebê. Portanto, quanto antes ocorrer, maior será os benefícios da amamentação e menor o risco do desmame precoce.

Um estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense, Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Secretaria da Saúde de Queimados (RJ) demonstrou em números o que já se via na prática em maternidades: mulheres que realizam cesariana (parto preferido por muitas mulheres) demoram mais tempo para amamentar seus filhos pela primeira vez.

No parto normal, a demora da primeira mamada é em média 4 horas. Já os bebês nascidos de cesariana demoram cerca de 10 horas para se alimentarem pela primeira vez no peito da mamãe.
A fonoaudióloga Jamile Elias explica por que a amamentação no parto normal é mais rápida.
“É mito dizer que as mamães que fazem cesariana ficam mais cansadas e demoram para se recuperar e poder amamentar. O motivo está na diferença da ação hormonal do organismo das mulheres que realizam parto normal e cesariana”, conta a profissional.

No parto normal, a placenta já está pronta e já está tudo pronto para o bebê nascer. Assim que nasce, todos os hormônios estão em perfeita harmonia e há a descida do leite, facilitando a primeira mamada.

O mesmo não ocorre na cesariana; a placenta pode não estar totalmente madura, desorganizando os hormônios, fazendo com que a descida do leite demore mais, prejudicando a primeira mamada do bebê.
No estudo realizado no RJ apontou ainda que das mamães que realizaram o parto normal, 22,4% amamentaram na primeira hora contra 5,8% das mamães que realizaram cesárea.

Faça pré-natal - Um pré-natal bem feito é condição favorável para que médico e mamãe saibam das condições da gestação e assim optem pelo melhor parto, seja normal ou cesariana.

É fundamental amamentar - Todas as mamães e futuras mamães sabem da importância incontestável da amamentação para seu filho e para a saúde da mãe.
Além de suprir todas as necessidades nutricionais do bebê e o imunizar com anticorpos passados pelo leite materno, o ato de amamentar ajuda a mamãe a recuperar o corpo mais rapidamente, prevenindo alguns tipos de câncer e o vínculo mãe-bebê se torna mais forte.

Dicas

Tire todas as suas dúvidas sobre os tipos de partos com o seu médico, assim não terá receio de escolher pelo mais natural.
Nem sempre o bebê ou a mamãe tem condições de realizar parto normal, por isso o pré-natal é tão importante.
Às vezes, mesmo quando se opta pelo parto normal, na hora do parto as condições mudam e uma cesárea de emergência pode ser realizada.

Fonte:  http://guiadobebe.uol.com.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Cólicas no bebê.



Quando nada acalma o bebê e não há motivo aparente para o choro como fome, frio, calor, dor, fralda suja, pode ser cólica. É muito comum os bebês sofrerem com cólicas nos primeiros meses de vida, em geral se iniciam nas três primeiras semanas de vida e desaparecem aos quatro meses de vida. Normalmente ocorrem sempre nos mesmos horários e raramente afeta bebês com mais de seis meses.

Quando o bebê está com cólicas apresenta choro forte, inquietude, enruga a testa, apresenta coloração avermelhada, faz caretas, se contorce encolhendo as perninhas até a barriga e o abdômen apresenta-se distendido (quando associado a gases).

As cólicas podem acontecer por vários motivos, tais como:

Todo o organismo do bebê passa por um processo de adaptação ao mundo externo ao útero, principalmente o sistema digestivo que é imaturo. O movimento peristáltico do intestino do bebê não é coordenado o suficiente e também precisa de um tempo para amadurecer e se coordenar;
Espasmos do cólon;
O bebê pode sofrer de alergia a proteína do leite materno ou ao leite artificial;
Técnicas incorretas de amamentação. É importante o bebê estar bem posicionado no seio da mãe ou no bico da mamadeira. Numa posição incorreta durante a amamentação o bebê pode engolir ar e esse ar excedente pode causar gases e em conseqüência cólicas;
Temperamento do bebê. Alguns bebês são mais sensíveis a qualquer mudança na rotina e manifestam essa dificuldade em se adaptar através das cólicas;
Ansiedade dos pais, ambiente familiar tenso, excesso de barulho e problemas na dinâmica familiar são alguns fatores que contribuem para episódios de cólicas.
Alguns médicos acreditam que o cardápio da mãe pode interferir no aparecimento das cólicas, enquanto outros não vêem fundamento nisso. Se a mãe observou que algum alimento que ingeriu provocou cólicas no bebê o ideal é que o alimento seja suspenso até a fase das cólicas passarem.

Geralmente os alimentos que mais causam essa sensibilidade a cólicas são laticínios derivados ao leite de vaca, cafeína, chocolate, refrigerantes, alimentos condimentados, pepino, pimentão, couve-flor, brócolis, leguminosas, melão, frutas silvestres e leite de vaca.

O que fazer para evitar e minimizar as cólicas:

É importante para evitar cólicas o bebê abocanhar toda a aréola do seio evitando a entrada de ar . Se o bebê se alimenta com leite artificial o bico da mamadeira não deve ter um orifício grande demais para não facilitar a entrada de ar;
Para evitar as cólicas, após a amamentação posicione o bebê mais verticalmente e espere-o arrotar depois de cada mamada. Se estiver amamentando no seio, faça-o arrotar também, entre um seio e outro. Amamente num local tranqüilo livre de ruídos e barulhos para evitar a dispersão do bebê;
Na hora do choro com cólicas, os pais devem procurar acalmar o bebê. Os pais precisam estar calmos, pois o estresse deles associado ao do bebê pode contribuir para piorar o problema. É importante ter paciência e tentar procurar uma posição que agrade mais ao bebê. Alguns bebês se acalmam se você os coloca no colo e anda com eles. Outros preferem a segurança de serem enrolados em um cobertor, já outros preferem ficar descobertos para facilitar a livre movimentação. Tente descobrir o que mais acalma o seu bebê;
Alguns bebês reagem tranquilamente à música calma e tranquilizante. Já outro bebês reagem melhor a um ambiente mais tranqüilo, sem ruídos e uma iluminação fraca. Tente criar um clima mais harmônico e aconchegante;
Massagens como Shantala costumam ser grandes aliados para evitar ou minimizar episódios de cólicas, pois os movimentos abdominais favorecem o peristaltismo. Esfregue suas mãos para aquecê-las e massageie o abdômen do bebê no sentido horário lentamente. Outro movimento, com as suas mãos espalmadas passe-as no abdômen verticalmente em direção ao púbis do bebê. Repita cada movimento pelo menos cinco vezes. De forma preventiva, você pode fazer esses movimentos a cada troca de fraldas por exemplo;
A ginástica de esticar e encolher as perninhas, como o pedalar favorece a eliminação dos gases. Com o bebê deitado de barriga para cima, movimente lentamente suas pernas, como se ele estivesse pedalando. Esse movimento pode ser realizado diariamente de forma preventiva e minimizadora em crises de cólicas;
Coloque uma bolsa térmica ou uma fralda aquecida sobre a barriga do bebê. Verifique se a temperatura da água na bolsa está muito alta, para não correr o risco de queimar o bebê. Se optar pela bolsa não coloque diretamente sobre o abdômen, use uma toalha entre o abdômen e a bolsa térmica;
Deite a criança apoiando o estômago dela ao longo do seu braço, com o rosto do bebê apoiado na mão ou coloque-a sobre o seu abdômen se você estiver deitado. Essas posições ajudam a pressionar o abdômen e minimizar as cólicas. Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens;
Em último caso, os pais podem recorrer aos medicamentos fitoterápicos, aos antiespasmódicos. A popular funchicória pode até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar adocicado, causando um efeito placebo. Nunca use nenhuma medicação e fitoterápicos sem orientação do pediatra.

  • Nunca ofereça chá ao bebê que é amamentado exclusivamente no seio, alguns médicos acreditam que como o chá é um elemento diferente no organismo, aumente a crise de cólicas.




Bjinhosss flores...
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Menos estresse,mais leite Materno.



Meninas olha eu sofri tanto por causa disso,que achei importante postar pra vcs,o stress acaba mesmo com o leite,o Guga eu parei de amamentar quando ele tinha só 2 meses,por causa disso,meu leite secou totalmente foi horrível,e o Tito ainda mama,mais passei umas duas vezes bem perto de secar meu leite tb...
Só uma dica pra vcs,mamães que estão com RN ou não sabem ainda,quando diminuir a quantidade de leite,toma muitaaaaaaaaaa água,e´qualquer outro líquido,foi isso que me ajudou!!!

Bjus e espero que gostem.

Por Cyntia Nogueira
A produção do leite materno não acontece de forma mecânica. Ela depende também de fatores hormonais e emocionais. Isso significa que a mulher precisa se sentir bem e ter muito apoio e autoconfiança para conseguir alimentar o filho. "Costumo dizer que o leite é produzido no peito e na cabeça da mãe", explica o pediatra Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação, no Rio de Janeiro.
Funciona assim: para que o leite seja liberado dos alvéolos internos, em que é produzido e fica armazenado, é preciso que entre em cena a ocitocina , que estimula a ejeção do alimento. Esse hormônio é produzido pela glândula pituitária numa região do cérebro chamada hipotálamo a mesma que regula as emoções entre um e cinco minutos depois que o bebê começa a mamar.
Acontece que esse processo neuro-hormonal, conhecido como reflexo de ejeção ou de descida do leite, pode ser afetado pelos sentimentos, pensamentos e sensações da mãe. Se a mulher estiver tranqüila e confiante, o leite sairá com facilidade. Mas, se ela tiver medo, dor, vergonha ou preocupação, tudo isso pode inibir a ação da ocitocina e o pequeno não obterá leite suficiente para sua alimentação.

Mãe, atenção ao leite de vaca
Por Cyntia Nogueira
Diz a crença popular que caprichar nos goles dessa bebida pode interferir positivamente na produção do leite materno. Não passa de um mito, alertam os médicos. E um mito perigoso, é bom lembrar. O exagero no consumo do leite de vaca e seus derivados pode desencadear vários problemas para o bebê. “Algumas crianças são sensíveis às proteínas presentes nesse alimento que são passadas através do leite materno”, explica o pediatra Paulo Pacchi, da Santa Casa de São Paulo e jurado do II Prêmio SAÚDE!. O resultado geralmente aparece na forma de cólicas, alergias ou intolerância à lactose, uma reação ao açúcar lácteo.

A dica, portanto, é não beber muito leite nem consumir laticínios além da conta. Também não é recomendável comer, numa mesma refeição, iogurtes, requeijão e queijos. Mas atenção: esses alimentos só devem ser cortados da dieta com orientação médica e se a mãe realmente perceber que eles estão relacionados aos problemas com a saúde do pequeno.

No caso das cólicas, é fácil tirar a prova. Basta interromper a ingestão do leite de vaca e dos laticínios por uma semana e observar a reação da criança. Se as cólicas desaparecerem, provavelmente estava aí o gatilho do problema. Porém, se elas persistirem, a explicação deve ser outra. O pequeno, por exemplo, pode estar engolindo muito ar durante as mamadas. “Cerca de 80% do ar no intestino é deglutido pelo bebê, que ainda não sabe engolir direito”, diz Pacchi. Assim, para evitar que isso ocorra, o especialista recomenda que a criança fique o mais ereta possível na hora de mamar, abocanhando bem o peito da mãe.

Fonte: bebe.com.br
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