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Fazer Esteira Emagrece?


Blog abandonado né galera, desculpe...Estou numa correria sem fim, assim que puder respondo cada comentário e retribuo as novas visitas...
Agora a novidade, fui obrigada a começar uma dieta, parei de trabalhar e engordei 11kg, então preciso perder, estou tentando...Dou os parabéns pra quem se alimenta bem, porque é complicado viu,rsrsrs...
Enfim, comecei a fazer esteira também, e assim como eu, acredito que diversas pessoas não saibam direito como usa-la para perder peso corretamente, então encontrei um post super legal, espero que dê tudo certo!


Fazer esteira queima calorias ao contrário da musculação que tonifica e aumenta a massa muscular. Fazer musculação emagrece, mas não é apropriado para um processo de emagrecimento.

Para obter resultado fazendo esteira dependerá de quanto tempo você quer ter resultado. Se você quer emagrecer rápido então terá que fazer 30 minutos por dia de esteira, caso contrário poderá fazer 15 minutos por dia de esteira mas o processo de emagrecimento é lento.

Observações:
Queimando mais calorias você sentirá mais fome então tome cuidado, para não ganhar todo peso que esta perdendo, procure comer alimentos com baixa caloria assim você se sentira saciada e não terá acumulo de gorduras.

Se vier na sua cabeça a pergunta "Fazer Esteira Emagrece?" você mesma responde: Emagrece.

Segue abaixo uma aula de esteira para você emagrecer sem desanimar deste exercício.

Nesta aulinha ensina uma prática na esteira para emagrecer durante 4 semanas. A cada semana que você fizer, por favor coloque seu comentário aqui no blog porque muitos querem saber sua opinião.

Quando decidimos emagrecer sentimos um grande entusiasmo para perder aqueles quilinhos extras e a vezes pensamos em caminhar e para ganhar tempo acabamos comprando esteira, mas passa-se uns 5 dias ai o desânimo começa aparecer e a esteira servirá mais para apoio de roupas do que para emagrecer essa aulinha ajudará você a não perder o ânimo.

A esteira é um exercício aeróbio que dá o melhor resultado em aumento de resistência e perda de gordura, só que para isso é preciso saber usar.

Não adianta caminhar como se estivesse passeando, o certo é tentar usar todas as funções que ela oferece e fazer treinos periódicos. Esta aulinha é para você praticar todos os dias e conforme forem passando as semanas o exercício começará a se intensificar.

Observações importantes
*Sempre se hidratar durante a atividade
*Sempre ter uma toalhinha a mão, pois o suor escorre no rosto
*Corra e ande sempre bem ereta (com postura)
*Sempre faça em um ritmo que você aguente, não se preocupe em passar de fase e vá aumentando a intensidade aos poucos
*E uma ótima corrida!

1ª semana na esteira: comece com um treino de 30 minutos por dia. Esse será o tempo de treinamento. A intensidade sempre tem que ser forte para que você comece a emagrecer. Ande em uma velocidade de 5 km por 3 minutos e depois mais um minuto a 6,5 km. Alterne 3 minutos em 5 km e 1 minuto em 6,5 km até que dê 30 minutos. Faça esse ritmo de treino durante uma semana e já começará a sentir bem.

2ª Semana na esteira: comece andando os mesmos 3 minutos só que agora a 6 km e tente correr por 1 minuto a 8 km. Se ainda não conseguir, você pode aumentar a inclinação da sua esteira (se tiver) e andar esse um 1 minuto a 6,5 e depois alterne para mais 3 minutos na posição normal a 6 km. Creio que nesta semana você já estará acostumada e então ficará muito fácil para emagrecer, sem contar os outros benefícios que adquirirá.

3ª Semana na esteira para emagrecer: você já vai estar mais preparada para correr alguns minutos. Ande durante 3 minutos a 6 km e corra por 2 minutos a 7 ou 8 km. Alterne até o final dos 30 minutos.

4ª Semana na esteira: Nessa última semana você deverá fazer 3 minutos andando a 6 km e mais 3 minutos correndo a 8 km por 30 minutos.Com o passar das semanas seu corpo ganhará resistência e você irá perceber que cada vez fica mais fácil de correr e emagrecer.

A intenção é que você corra mais do que ande. Para dar mais intensidade ao exercício incline sua esteira se o aparelho tiver esta opção. O esquema é alternar a inclinação e manter a velocidade em 9 km.

Coloque seu comentário aqui sobre a experiência que adquirirá praticando esteira para emagrecer. Muitos querem saber.

Fonte:http://percakilos.blogspot.com.br/2012/07/fazer-esteira-emagrece.html
Blog com ótimos posts, confiram ;)

Bjocas
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Estresse e excesso de peso podem provocar infertilidade


Veja a lista de exames que podem identificar falhas no sistema reprodutor.

A dificuldade para ter filhos pode acontecer por uma série de motivos.


Segundo estimativas dos médicos, na metade das vezes o problema é com a mulher. Em 35% dos casos, é o homem que apresenta alguma dificuldade. Nos outros casos, ou não há um motivo aparente ou aparece alguma causa mais rara.

O Bem Estar recebeu os ginecologistas José Bento e Renato Kalil para dar orientações sobre tratamentos de fertilidade. Eles explicaram ainda o que é a endometriose, e qual a sua relação com as cólicas menstruais.

A endometriose é considerada hoje a principal causa de infertilidade, não só entre as mulheres. O endométrio é a mucosa que reveste a camada interna do útero. Na endometriose, essa mucosa se forma em outras partes do corpo.

A doença causa uma alteração hormonal, o que faz com que a mulher ovule menos. As trompas, que ligam o ovário ao útero, tendem a grudar em outros órgãos e ficar estáticas, o que dificulta a chegada dos óvulos. Por fim, mesmo quando o óvulo é fecundado e chega ao útero, ele tem dificuldade para se fixar na parede do útero. A soma desses fatores faz da endometriose um potencial empecilho à fertilidade.

O exame que identifica a doença é chamado de histeroscopia. Ele permite ver dentro do útero e identificar também problemas como o pólipo e o mioma.


Em muitos casos, a endometriose pode ser resolvida por uma cirurgia chamada laparoscopia. Ela também é indicada para quem tem as trompas obstruídas ou aderências intestinais que atrapalhem a fecundação.
Nas mulheres que não têm a doença, em que o endométrio é formado dentro do útero, ele é naturalmente expelido a cada vez que não ocorre a gravidez – isso é a menstruação. Esse processo de eliminação pode ser acompanhado de dor, a famosa cólica.

A cólica deixa de ser normal quando impossibilita a mulher de exercer suas atividades normais do cotidiano ou quando dura mais de três dias. Nesses casos, é melhor procurar um médico, pois ela pode ser o sinal de algum problema – como a própria endometriose.

Estresse e excesso de peso

O estresse e o excesso de peso, dois problemas que refletem em quase todas as funções do corpo humano, também têm seu efeito sobre a fertilidade. Tanto nos homens quanto nas mulheres, o excesso de peso altera as taxas de hormônios ligados à reprodução.

Mulheres magras demais também podem apresentar dificuldades para engravidar. A falta de gordura no corpo inibe a produção de hormônios essenciais na reprodução, como o estrógeno.
Nos homens, a preocupação estética exagerada também pode causar infertilidade – o uso de anabolizantes prejudica o funcionamento dos testículos, resultando em uma produção de espermatozoides com baixa quantidade e capacidade de fecundação.

Já o estresse causa infertilidade porque bloqueia a comunicação hormonal e interfere no processo de ovulação das mulheres. Nos homens, causa problemas de impotência, dificuldades de ejaculação e alterações na qualidade dos espermatozoides.

Exames

Há uma série de exames disponíveis para testar a fertilidade do casal.

Veja a lista abaixo:

Mulheres

- Exame de sangue: verifica os hormônios, a sorologia e doenças imunológicas.
- Cariótipo (exame de sangue): avalia se há alterações cromossômicas, que podem causar problemas reprodutivos do casal, como infertilidade, abortamentos de repetição e má-formação do bebê. Caso sejam diagnosticadas alterações cromossômicas, é possível programar um tratamento específico.
- Avaliação dos órgãos reprodutores: vagina, colo do útero, endométrio e trompas.
- Histerossalpingografia: este exame normalmente é solicitado após um ano de tentativa de engravidar. Ele avalia a cavidade uterina para verificar se há pólipos, miomas e aderências e também se as trompas estão obstruídas ou com alguma inflamação.
- Histeroscopia: este exame só é realizado quando o médico identifica alterações na cavidade uterina, como infecções, más-formações, aderências, pólipos e miomas.
- Culturas vaginais: pesquisa se há alguma infecção vaginal, pois algumas bactérias impedem a gravidez.
- Ressonância, videolaparoscipia e ultrassom específico: esses exames só são solicitados quando a mulher tem endometriose.

Homens

- Espermograma: exame feito em laboratório que detecta a quantidade, qualidade e morfologia do esperma liberado pelo homem durante a ejaculação.
- Cariótipo (exame de sangue): avalia se há alterações cromossômicas que possam causar problemas reprodutivos do casal, como infertilidade, abortamentos de repetição e má-formação do bebê. Caso sejam diagnosticadas alterações cromossômicas, é possível programar um tratamento específico.
Nas principais cidades brasileiras, hospitais públicos oferecem tratamento de fertilidade. Separamos alguns exemplos de hospitais que fazem isso, mas esses não são os únicos:
- Centro de Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), antigo HMIB, em Brasília, vinculado à secretaria de saúde do DF;
- Centro de Referência em Saúde da Mulher, antigo Hospital Pérola Byington, em São Paulo, vinculado à secretaria de saúde do Estado de São Paulo;
- Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIPE), em Recife, uma instituição filantrópica de caráter público;
- Hospital Universitário de Ribeirão Preto/USP/SP;
- Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp);
- Hospital das Clínicas de São Paulo.

Enquete

Uma enquete feita pelo site do Bem Estar mostra que não tem hora para tentar engravidar. Perguntamos a idade das mulheres que estão na busca por filhos e o resultado foi bastante dividido:

Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/

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Gostei demais desse artigo meninas e vcs?
Bjocas ;)


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A chuvas estão chegando- Alerta contra a Dengue

Oláaaa pessoas...Hoje eu acessei um site muito interessante só sobre a dengue, como eu já tive duas, e sei como essa doença é terrível, venho trazer as informações pra vocês. ;)


O que é a Dengue?

A dengue é uma doença febril aguda, que pode evoluir rapidamente de forma mais branda para uma mais grave. 

É preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar uma apresentação mais séria da doença.

A Dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti fêmea.
A dengue é uma doença causada por vírus. 
A pessoa que está com dengue, está com vírus da dengue no seu sangue. 
Quando o mosquito pica esta pessoa que tem o vírus no seu sangue, ele também fica contaminado com o vírus da dengue.

COMO SE TRANSMITE A DENGUE?
Quando o mosquito que está com o vírus pica outra pessoa que está saudável, deixa o vírus no corpo. Então esta pessoa pode ficar doente. 
Se esse mosquito picar a pessoa contaminada, começa tudo de novo; assim, a doença vai se transmitindo rapidamente para muita gente.

COMO O MOSQUITO SE DESENVOLVE?
Até se tornar adulto, o mosquito passa por 4 etapas de desenvolvimento.

1º  Ovo
2º  Larva
3º  Pupa
4º  Aedes aegypti Adulto
Em apenas 10 dias o ovo vira um mosquito adulto
O mosquito adulto vive até 45 dias.
Precisamos agir rapidamente: para impedir que o mosquito vire adulto e pique as pessoas.

Reconheça o mosquito da dengue.



COMO IMPEDIR O DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO DESTE MOSQUITO?
Estes lugares com água viram então os criadouros das larvas do mosquito.
Por isso que uma das ações mais importantes para diminuir ou eliminar esse tipo de mosquito é acabar com os criadouros, para não deixar que os mosquitos cresçam e transmitam a doença.
Não esqueça! “A fêmea do mosquito precisa de sangue das pessoas para amadurecer os ovos e água limpa para se desenvolver e crescer”

QUANTOS TIPOS DE VÍRUS EXISTEM?
Atualmente se conhece 4 tipos do vírus causador da Dengue:  o DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4

UMA PESSOA PODE TER DENGUE MAIS DE QUE UMA VEZ?
SIM.
Se uma pessoa tem a doença do tipo 1,   pode adquirir anticorpos ou defesa contra esse tipo de vírus.
Mas pode pegar a doença outra vez de um vírus diferente, como exemplo o DEN 2, DEN 3 ou 4.
Quando a infecção por outro tipo, o quadro clínico pode ser mais grave,   podendo ter sangramentos (Dengue hemorrágica).

QUANDO OS SINTOMAS DA DENGUE APARECEM?
Depois da picada do  mosquito infectado com o vírus, a pessoa  não fica doente no mesmo dia.
Existe um tempo de 3 a 15 dias entre a picada da fêmea do mosquito e o começo dos sintomas da dengue.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DENGUE?
Há suspeita de dengue em casos de febre de inicio súbito que pode durar até 7 dias e que sempre apresenta, pelo menos, dois dos seguintes sintomas:
  • dor de cabeça,
  • dor atrás dos olhos
  • dores musculares,
  • dores nas articulações,
  • prostração
  • vermelhidão no corpo


SINAIS DE ALERTA - DENGUE HEMORRÁGICA
  • Dor abdominal intensa e contínua (não cede com medicação usual);
  • Agitação ou letargia;
  • Vômitos persistentes;
  • Pulso rápido e fraco;
  • Hepatomegalia dolorosa;
  • Extremidades frias;
  • Derrames cavitários;
  • Cianose
  • Hemorragias espontâneas e/ou prova de laço positiva;
  • Lipotimia;
  • Hipotensão arterial;
  • Sudorese profusa;
  • Hipotensão postural;
  • Aumento repentino do hematócrito;
  • Diminuição da diurese;
  • Melhora súbita do quadro febril até o 5º dia;
  • Taquicardia.
Doentes que apresentarem um ou mais dos sinais de alerta, devem se dirigir ou voltar à  estrutura de saúde mais próxima da sua residência para a realização de exames complementares.

QUAIS OS SINTOMAS DA DENGUE HEMORRÁGICA?
O inicio é igual à Dengue Clássica, mas, depois do 3 ou 4 dia da doença, aparecem hemorragias em consequência
do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos.
Quais os principais sinais de sangramento?
Os sangramento do nariz, gengivais. Sangue na urina ou nas fezes e uterinos.
Assim que os sintomas de febre desaparecem a pressão arterial do doente pode cair, o que pode gerar tonturas e desmaio.
Se esses casos não forem tratados com rapidez, pode levar à morte.

QUAIS OS SINTOMAS DA INFECÇÃO INAPARENTE?
A pessoa está  infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma.

E DA DENGUE CLÁSSICA?
Geralmente, tem inicio repentino e dura entre 5 a 7 dias.
A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), e pelo menos 2 das seguintes manifestações:
  • dores de cabeça,
  • cansaço,
  • dor muscular e nas articulações,
  • indisposição,
  • manchas vermelhas na pele,
  • dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar a sentir cansaço e indisposição.

O QUE É A SÍNDROME DE CHOQUE DA DENGUE 
A pessoa com Dengue apresenta um pulso fraco, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registos de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame no pulmão.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DA DENGUE?
Inicialmente, é feito um o diagnóstico clínico alguns exames, como hematócrito e contagem de plaquetas para descartar outras doenças.
Estes testes não comprovam o diagnóstico da dengue, já que ambos podem ser alterados por causa de outras infecções.
Para comprovar a infecção com o vírus da dengue, é necessário fazer a sorologia, que é um exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus do dengue. A doença é detectada a partir do quarto dia de infecção.

O QUE DEVE SER FEITO E QUE CUIDADOS SÃO IMPORTANTES PARA UMA PESSOA QUE ACHA QUE ESTÁ COM DENGUE?
Procurar um Serviço de saúde logo no começo dos sintomas. Diversas doenças são muito semelhantes à dengue, e têm outro tipo de tratamento.

QUAL É O TRATAMENTO DA DENGUE?
Informar ao médico se estiver em uso de qualquer medicamento, porque há alguns que podem aumentar o risco de sangramento, nomeadamente, ticlodipina (Klodipin®), clopidogrel (Plavix®), Warfarina (Varfine®), etc.
O tratamento do dengue é feito com hidratação e sintomáticos.
Beber bastante líquido, evitando-se as bebidas com cafeína (café, chá  preto).
Não é preciso fazer nenhuma dieta específica. Mas recomenda-se não consumir alimentos que eliminem pigmentos escuros (exemplo: beterraba e outros) para não confundir a identificação de sangramentos gastrointestinais.

Os medicamentos não alteram a evolução do dengue e são empregados apenas para atenuar as manifestações  da doença (dor, febre).
Não tomar medicamentos por conta própria. Todos os medicamentos podem ter efeitos contrários e alguns que podem até piorar a doença.
Não tomar nenhum medicamento para dor ou para febre que contenha Ácido Acetil-Salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®), que pode aumentar o risco de sangramento.
Os anti inflamatórios (Dolacen®, Advil®.) também não devem ser utilizados como anti-térmicos pelo risco de efeitos colaterais, como hemorragia digestiva e reações alérgicas.
O paracetamol (Tylenol®, etc.), é o mais utilizado para tratar a dor e a febre no dengue, deve ser tomado rigorosamente nas doses e no intervalo prescritos pelo médico, uma vez que em doses muito altas pode causar lesão hepática.

Quem teve dengue fica com alguma complicação (sequela)?
Não, a evolução habitualmente é benigna.


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Fimose na fase infantil, com fotos


Fimose é o nome dado ao estreitamento da pele do prepúcio que dificulta a exposição da glande e sua adequada higiene.

Esta dificuldade de retração do prepúcio pode ser de vários graus. Desde aquele estreitamento prepucial mais leve, onde a exposição da glande é feita com dificuldade, desconforto e dor por causa do leve estreitamento do prepúcio, até aquele grau onde há impossibilidade total de retração da pele do prepúcio e exposição da glande. Costuma-se numerar de 1 a 4 os graus de dificuldade para esta retração, mas não vamos entrar em detalhes mais técnicos visto que não é este o objetivo desta página.
Do jeito que se vê o pênis na Figura 1, não é possível se fazer o diagnóstico de fimose, pois excesso de pele não é fimose ! Há que se puxar o prepúcio para trás (Figs. 2 e 3 ) e ver se o prepúcio passa sem dificuldades. Se não passar, como nas figuras 2 e 3, o diagnóstico de fimose está feito !
Foto mostra pele do prepúcio recobrindo grande parte da  glande e meato uretral.
Existem graus intermediários de estreitamento do prepúcio que podem confundir o diagnóstico e, mesmo assim, causar desconforto e dor à retração da pele. É o que ocorre no menino da figura 4.
A mãe sempre foi orientada a puxar a pele do prepúcio para trás na tentativa de “soltar” a fimose e assim, evitar a cirurgia. Ora, esta orientação é equivocada, pois a pele inicia processo de lesão epitelial que se cronifica, provocando progressivo desconforto às tentativas de retração e não cooperação da criança.
Muito freqüentemente, estas crianças evoluem apresentando processos inflamatórios e de infecção (balanopostite), que se cronificam, caracterizados por acentuado inchaço e vermelhidão do prepúcio, dor ou ardência para urinar o que leva os pais a optar pelo tratamento cirúrgico definitivo.
O contrário ocorre com o pênis da figura 5. Neste caso o prepúcio está apenas aderido à glande e não está estreitado. A dificuldade de retração aqui se dá apenas pela aderência prepucial e não por fimose ! Nestes casos as manobras de retração forçada (as chamadas massagens que discutiremos mais a seguir), apesar de dolorosas, irão fazer com que a pele se descole e a retração possa ocorrer, não necessitando de cirurgia.
Foto mostra pele do prepúcio apenas aderida á glande, sem sinais de estreitamento prepucial.

CUIDADO
Uma orientação muito difundida a respeito de fimose é a tal da massagem para soltá-la.
Estatisticamente, apenas uma pequena minoria (4 - 7%), dos meninos permanece com a fimose além do primeiro ano de vida. Por exemplo: se você fizer a tal da massagem em 100 meninos terá “sucesso” com este tipo de procedimento na grande maioria deles, não é ? Pois não tinham ou não teriam fimose, não importando o que se faça em seus prepúcios. Daí a ideia equivocada de que a massagem “resolve” fimose !
Uma complicação mais simples e comum da massagem são as fissuras da pele do prepúcio que podem ocorrer.   Estas fissuras sangram, podem doer, melhoram com tratamento clínico e cicatrizam até que rapidamente. Mas, em contrapartida, aumentam o estreitamento prepucial !
Uma outra complicação, só que bem mais grave, decorrente da massagem é a PARAFIMOSE.
Esta é a condição na qual a pele que é retraída totalmente, passa com alguma dificuldade pela glande e não volta para frente, isto é, o anel fimótico* fica apertando o pênis atrás da glande, edemaciando a mucosa e com o tempo (algumas horas), compromete sua circulação.
Esta condição requer tratamento cirúrgico de urgência se as tentativas de redução manual não resolverem

TRATAMENTO
O tratamento da fimose é cirúrgico.
Mas há alguns autores que preconizarem o tratamento conservador por meio da aplicação de pomadas ou cremes a base de betametasona e hialuronidase (até o momento - julho/03 - não há publicações na literatura internacional a respeito deste método), na tentativa de desfazer as aderências prepuciais, afrouxando a pele e permitindo assim, a retração do prepúcio, evitando a cirurgia.
Em nossa experiência, e relatado por algumas mães, a eficácia deste método é relativa, uma vez,que, segundo elas, após o tratamento (4 a 5 semanas de tratamento diário), a criança não deixa mais puxar a pele para trás, voltando à dificuldade anterior e aos mesmos problemas.
Não nos cabe aqui avaliar tal método, mas os critérios de inclusão das crianças no grupo de estudo, bem como a comparação estatística com um grupo controle/placebo, devem ser muito bem definidos para não se incorrer no risco de incluir crianças com “fimoses” como as da figura 5, acima. Outro aspecto interessante seria um controle e seguimento destas crianças por um tempo mais prolongado, de 3 a 5 anos.
Por isso, não adotamos ainda esta opção como tratamento definitivo da fimose.
A foto abaixo mostra aspecto pós-operatório final de cirurgia de fimose (Postectomia clássica), em uma criança de 3 anos. Como se vê, a cirurgia é realizada por meio de pontos separados de fio absorvível que caem espontaneamente dentro de uma semana.
Muitos cirurgiões, gerais ou urologistas, adotam esta técnica para tratamento de seus pacientes pediátricos. 

CIRURGIA CLÁSSICA DA FIMOSE
Trata-se de uma cirurgia que leva aproximadamente 30 minutos para ser realizada, o pós-operatório é um pouco conturbado, pois a glande exposta está muito sensível e sua manipulação torna-se difícil pois o menino não deixa mexer para fazer os curativos necessários.
Há mais de 12 anos adotamos, para a cirurgia da fimose, a técnica do Plastibell®. Trata-se de um anel plástico, que é introduzido ao redor da glande (sem apertá-la), por dentro do prepúcio e amarrado com um barbante próprio. Este nó vai cortando a pele e dentro de aproximadamente 10 dias todo o conjunto cai, deixando uma cicatriz mais estética.



Mas o mais importante neste dispositivo idealizado há mais de 30 anos para a circuncisão é que é uma técnica cirúrgica rápida (por volta de 5 minutos - sem contar o tempo anestésico), higiênica, pois não precisa de curativos (apenas passar uma pomada lubrificante e anestésica), e o anel se desprende espontaneamente, deixando uma aspecto pós-operatório mais cosmético.
As fotos abaixo mostram como fica o Plastibell já colocado, o pós-operatório e como fica o pênis depois do anel cair.


   Pós-operatório imediato .
Plastibell já colocado e amarrado

 
Aspecto do “curativo” com a pomada
que será utilizada várias vezes por dia


 Aqui, o Plastibell já está quase
caindo dando uma boa idéia de como
irá ficar a cicatriz após o edema sumir.


Aspecto estético após 4 meses
da operação. O anel prepucial é largo,
permitindo a exposição da glande
com facilidade.

Durante o processo de queda do anel, o pênis fica edemaciado, avermelhado, mas não há qualquer dificuldade para urinar por causa disso. Esta inflamação é importante para que o anel caia espontaneamente, sem que seja necessário ser retirado pelo médico.

Aspecto definitivo do pênis após a cirurgia na sua grande maioria.


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Corticóides




Corticóide ou corticosteróide (popularmente chamado de cortisona) é um medicamento usado no tratamento das doenças alérgicas e qué é sintetizado a partir de um hormônio produzido por uma pequena glândula chamada supra-renal, pois se localiza logo acima do rim.
Este hormônio – chamado de cortisol - é essencial para a vida, contribuindo
para manter o equilíbrio no organismo humano. Atua como um potente antinflamatório natural, além de influir em diversas funções do organismo como no metabolismo ósseo, de açucares, sais minerais, gorduras, proteínas, exercendo também ação estimuladora no cérebro. Estas ações são muito importantes para gerar energia necessária para manutenção das atividades diárias e em especial nas situações de estresse tanto físico como emocional. Por exemplo, no momento de uma infecção o organismo precisa de reservas de energia para se defender e o cortisol atua provendo condições para a recuperação.

A produção de cortisol obedece a um ritmo diário (“ritmo circadiano”), 
com um nível máximo do hormônio pela manhã, ao acordar. O nível de cortisol vai caindo lentamente até que à noite há um nível mais baixo no sangue, coincidindo com a sensação de cansaço e necessidade de repouso. Durante o sono, a glândula volta a produzir o hormônio a fim de que o organismo esteja apto para suas atividades diárias ao acordar, pela manhã. Este ritmo de produção do cortisol pela supra-renal é regulado por uma outra glândula; a hipófise ou pineal, localizada no cérebro, sob a influência de outras estruturas reguladoras cerebrais.

Mas o corpo humano é harmonioso: para produzir o cortisol, a glândula supra-renal obedece às ordens da hipófise e do hipotálamo. A regulação do cortisol é portanto o resultado da participação harmoniosa do eixo hipotálamo – hipófise – adrenal. Assim, quando o nível sérico do cortisol, o eixo reduz sua atividade vice versa – se o nível está elevado, automaticamente o eixo estimula sua atividade.

Por isso, quando uma pessoa utiliza um medicamentocontendo corticóide, poderá ocorrer uma interferência no eixo regulador/produtor e resultar em alteração de produção do cortisol pelo organismo. No uso curto por poucos dias, não há problema: uma vez suspenso o medicamento, a glândula supra-renal retoma a sua produção diária normal. Entretanto, se a terapia for prolongada (acima de 30 dias) a retomada da atividade da glândula pode ser lenta ou até mesmo permanente, acarretando sérios problemas de saúde.

Os corticóides são utilizados de forma sintética em medicamentos usados em muitas doenças e na Alergia, por sua estupenda ação antinflamatória. O uso deste medicamento acarreta melhora quase imediata de crises agudas de asma, rinite, urticária, eczemas, farmacodermias e da anafilaxia.

Conhecendo as ações dos hormônios corticosteróides, fica mais fácil compreender seus principais efeitos colaterais, em especial quando utilizados de forma sistêmica por via oral (comprimidos e xaropes) ou injetável.

Medicamentos contendo corticóides:Os remédios contendo corticóides sintéticos (chamados popularmente de “cortisona”),
são utilizados no tratamento de diversas doenças alérgicas, como a asma, rinite,
alergias na pele e no choque anafilático.
• Via oral: xaropes e comprimidos;
• Para uso injetável;
• Para uso inalado: nebulizações, sprays ou inaladores de pó seco;
• Uso na pele: pomadas e cremes;
• Uso oftálmico –colírios.


CORTICÓIDES POR VIA ORAL
Usados sob forma de comprimidos ou como xaropes estão indicados nas crises de asma, rinite e em outras formas de alergia (urticária, angioedema, etc). O ideal é o uso por poucos dias, a fim de corrigir o problema sem que haja interferência na produção do cortisol pela glândula adrenal, sendo uma medicação valiosa e segura.
Os efeitos colaterais são variáveis de pessoa a pessoa, dependendo da dose e do tempo de uso. Os mais comuns são aumento do apetite e alterações do sistema nervoso: algumas pessoas sentem-se com mais energia, outros se queixam de tristeza, irritabilidade e insônia.
No caso da asma, é importante chamar a atenção sobre o medo do corticóide por causa dos efeitos colaterais, mas o retardo no início do uso pode acarretar piora da doença e levar à internação hospitalar (às vezes até em CTI), sendo necessário o uso de doses muito mais altas da cortisona.

Ressalta-se que este medicamento só deve ser feito sob orientação do médico e em hipótese nenhuma por conta própria ou por conselhos de balconistas ou amigos pois o uso abusivo da cortisona pode provocar danos muitas vezes irreparáveis à saúde. Quem nunca ouviu dizer que a cortisona é faca de dois gumes? E é verdade. Mas, cabe ao médico utilizar o “gume certo” e usufruir o benefício do medicamento com o mínimo de efeitos colaterais indesejáveis.
CORTICÓIDES INJETÁVEIS:
Os corticóides podem ser utilizados por via venosa ou intramuscular nas crises agudas de asma e em situações de emergência, como no choque anafilático. Atuam promovendo a diminuição do processo inflamatório e do edema, diminuindo a chegada das células e de fatores chamados mediadores da inflamação.
Entretanto, existem no mercado algumas formas para uso intramuscular e que têm liberação lenta (formas de depósito), permanecendo na circulação por cerca de 20 a 30 dias após uma única aplicação. Esta liberação lenta tende a provocar efeitos colaterais mais graves e intensos e por isso não são recomendadas no tratamento de doenças alérgicas.

Os principais efeitos colaterais dos corticóides sistêmicos – em comprimidos, xaropes ou injetáveis são:
• Aumento de peso com deposição central de gordura (giba de búfalo).
• Tendência a aumentar a pressão arterial.
• Retenção de água (edema).
• Tendência ao aumento do açúcar no sangue (diabetes).
• Aumento da acidez estomacal (azia, gastrite).
• Perda de cálcio ósseo (Tendência à osteoporose).
• Insônia, agitação.
• Aparecimento de cãimbras.
• Acne, surgimento de pêlos na face.

CORTICÓIDES INALADOS
O uso inalado é considerado padrão ouro no tratamento de controle da asma e da rinite alérgica, atuando no processo inflamatório das vias respiratórias e resultando no controle da doença, devendo ser mantido de forma contínua e por tempo prolongado.
Resalta-se que os corticóides inalados não são indicados para uso nas crises, mas sim na prevenção e controle da asma.
Apesar de seguros, os corticóides inalados também podem causar efeitos colaterais, mas em geral de forma localizada, como a rouquidão (disfonia) e candidíase oral (“sapinho”). Os efeitos colaterais sistêmicos são raros e de pequena intensidade.
Os corticóides inalados podem ser usados sob forma se nebulização, como “sprays” ou aerossóis (popularmente conhecidos como "bombinhas”) ou ainda em forma de inaladores de pó. É imprescindível lavar a boca após o uso. No caso dos aerossóis ou sprays, recomenda-se também o uso de espaçadores, a fim de reduzir possíveis efeitos colaterais locais.

Vantagens do uso inalado:  
- A medicação atua mais rápido;
- As doses são menores (microgramas);
- Os efeitos colaterais sistêmicos são mínimos;
- Pode-se utilizar por tempo prolongado sem alterar o equilíbrio do eixo hipófise - arenal
.

CORTICÓIDES USADOS SOB FORMA DE CREMES E POMADASUsados no tratamento de doenças alérgicas da pele como a dermatite atópica e o eczema de contato.

Em resumo:

USO ADEQUADO:
• Para tratar crises fortes ou moderadas nas doenças alérgicas.
• Utilização deve ser de preferência por via oral (comprimido ou xarope), em doses adequadas e por período curto (5 a 7dias).
• Utilizar com orientação e supervisão do médico.
USO INADEQUADO:• Uso por conta própria e sem orientação médica.
• Utilização repetida de injeções de depósito (ação prolongada).
• Evitar corticóides a todo o custo e só usar quando a crise já for muito grave.
• Usar baixas doses por tempo longo ou modificar a prescrição do médico por medo de efeitos colaterais.
Alguém tem medo de beber água?

Certamente não... Mas água também pode afogar e matar!

Corticóides usados de maneira adequada
são medicamentos seguros, úteis e confortadores, preciosos como a água.


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Os benefícios que a amamentação traz a mãe e ao bebê.



O Super Leite

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora!

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Algumas coisas que podem causar acnes em adultos.



Acne adulta

Um evento importante à noite e uma espinha indesejada aparece pela manhã. Apesar de parecer uma "tragédia" adolescente, muitos adultos também passam por isso.

O surgimento de espinhas fora da adolescência, fase típica devido às mudanças hormonais (principalmente testosterona e derivados), é chamado de acne adulta e atinge, principalmente, as mulheres, apresentando incidência de 54%, contra 40% nos homens.

A especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Raquel Tancsik, explica que a acne da mulher adulta tem características diferentes da acne do adolescente.
Localiza-se, principalmente, na região mandibular e, na maioria das vezes, apresenta poucos cravos e mais pápulas (espinhas sem pus) e pústulas (espinhas com pus).

As causas da acne adulta na mulher são as mais diversas, mas é comum ser uma disfunção hormonal, como síndrome dos ovários policísticos, podendo estar associado à irregularidade menstrual. Além do aparecimento de espinhas, existem outros sintomas que indicam problemas hormonais, como diminuição dos cabelos, aumento de pelos (principalmente no rosto) e seborreia.

Existem vários tratamentos para combater a acne. No entanto, Raquel explica que o que determina a escolha é a intensidade do problema, o tipo de lesão predominante, a localização, a presença de distúrbio hormonal e doenças concomitantes.

No geral, o tratamento pode ser realizado com sabonetes a base de ácido salicílico e enxofre (diminuem a oleosidade), substâncias espoliativas, antibióticos (locais ou via oral), hormônios, derivados da vitamina A (por exemplo, o ácido retinóico, que atua regularizando a formação de queratina da pele) e a isotretinoína via oral (utilizada principalmente em casos graves e de difícil tratamento).

O principal conselho dado pela dermatologista é "não manipular as lesões, pois há risco de cicatrizes e infecções, que podem ser graves". Ela ressalta ainda que é bom evitar lavar o rosto com água muito quente e não abusar do sol. Além disso, procurar tratamento adequado com um profissional especializado, logo no início do quadro, diminui as chances de cicatrizes.
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A primeira mamada-Quanto antes melhor.



A Organização Mundial da Saúde preconiza que a primeira mamada ocorra logo na primeira hora de vida do bebê. Portanto, quanto antes ocorrer, maior será os benefícios da amamentação e menor o risco do desmame precoce.

Um estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense, Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Secretaria da Saúde de Queimados (RJ) demonstrou em números o que já se via na prática em maternidades: mulheres que realizam cesariana (parto preferido por muitas mulheres) demoram mais tempo para amamentar seus filhos pela primeira vez.

No parto normal, a demora da primeira mamada é em média 4 horas. Já os bebês nascidos de cesariana demoram cerca de 10 horas para se alimentarem pela primeira vez no peito da mamãe.
A fonoaudióloga Jamile Elias explica por que a amamentação no parto normal é mais rápida.
“É mito dizer que as mamães que fazem cesariana ficam mais cansadas e demoram para se recuperar e poder amamentar. O motivo está na diferença da ação hormonal do organismo das mulheres que realizam parto normal e cesariana”, conta a profissional.

No parto normal, a placenta já está pronta e já está tudo pronto para o bebê nascer. Assim que nasce, todos os hormônios estão em perfeita harmonia e há a descida do leite, facilitando a primeira mamada.

O mesmo não ocorre na cesariana; a placenta pode não estar totalmente madura, desorganizando os hormônios, fazendo com que a descida do leite demore mais, prejudicando a primeira mamada do bebê.
No estudo realizado no RJ apontou ainda que das mamães que realizaram o parto normal, 22,4% amamentaram na primeira hora contra 5,8% das mamães que realizaram cesárea.

Faça pré-natal - Um pré-natal bem feito é condição favorável para que médico e mamãe saibam das condições da gestação e assim optem pelo melhor parto, seja normal ou cesariana.

É fundamental amamentar - Todas as mamães e futuras mamães sabem da importância incontestável da amamentação para seu filho e para a saúde da mãe.
Além de suprir todas as necessidades nutricionais do bebê e o imunizar com anticorpos passados pelo leite materno, o ato de amamentar ajuda a mamãe a recuperar o corpo mais rapidamente, prevenindo alguns tipos de câncer e o vínculo mãe-bebê se torna mais forte.

Dicas

Tire todas as suas dúvidas sobre os tipos de partos com o seu médico, assim não terá receio de escolher pelo mais natural.
Nem sempre o bebê ou a mamãe tem condições de realizar parto normal, por isso o pré-natal é tão importante.
Às vezes, mesmo quando se opta pelo parto normal, na hora do parto as condições mudam e uma cesárea de emergência pode ser realizada.

Fonte:  http://guiadobebe.uol.com.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Aborto espontâneo



O aborto espontâneo é uma experiência absolutamente normal na vida reprodutiva da mulher. 

Cerca de 15% das primeiras gestações não se desenvolvem até o final. Embora o número seja alto, o episódio não deixa de ser doloroso para a mulher quando ocorre. Mas a explicação certamente vai tranquilizar o casal. Abortar espontaneamente significa uma boa leitura do organismo que, ao se deparar com embriões mal formados geneticamente, interrompe o processo de manutenção da gravidez, esclarece o ginecologista Alberto dAuria, diretor clínico do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo. Segundo ele, o abortamento deve ser visto com bons olhos e não com tristeza.

O especialista também ressalta que muitas mulheres nem ficam sabendo que estavam grávidas. Às vezes, a menstruação atrasa por três dias e a questão fica por isso mesmo. Já outras têm sangramento e cólicas. Esses sintomas, no entanto, não devem ser motivo de desespero. Algumas mulheres perdem sangue e sentem dor no primeiro trimestre, sem que isso comprometa a evolução da gestação.

Quando o episódio se repete mais de duas vezes, é preciso pesquisar se existem outros fatores causando o problema. Diabete, disfunções da tireoide e do útero e infecções eventualmente causam a perda do feto. Doenças auto-imunes, em que o corpo da mulher vê a gestação como uma proteína estranha, ou a falta de progesterona também podem provocar abortos. Como essas situações não são previsíveis, é preciso observar o quadro para depois investigar as causas, alerta dAuria.

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Será alergia ao leite de vaca?


A alergia à proteína dessa bebida surge principalmente no primeiro ano de vida e exige atenção especial com a alimentação da criança.

Você já deve ter ouvido falar que o leite de vaca não é recomendado para bebês com menos de 1 ano. Pois saiba que a orientação tem fundamento científico. O companheiro nosso de cada manhã não contém nutrientes em quantidades adequadas para o desenvolvimento dos pequenos nessa idade – o nível de ferro, por exemplo, é muito baixo e o de sódio, que contribui para a sobrecarga dos rins, é alto demais. Mas esse não é o principal problema. Hoje, 5% das crianças brasileiras possuem algum tipo de alergia alimentar. E o grande protagonista dos ataques alérgicos na garotada é ele mesmo: o leite de vaca.

“No primeiro ano de vida, nosso sistema gastrintestinal ainda não está maduro”, explica Ary Lopes Cardoso, chefe da unidade de nutrologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas paulistano. Quando o leite de vaca entra no menu muito cedo, o organismo da criança absorve proteínas que podem ser encaradas como intrusas pelos anticorpos. Aí, os sintomas de que algo não vai bem surgem em diferentes cantos do corpo – principalmente na pele, nos pulmões e no intestino.

O bebê pode apresentar diarréia, constipação, vômitos, asma, rinite, chiado no peito, manchas avermelhadas, urticária e, em casos mais sérios, anafilaxia (uma reação sistêmica que vem acompanhada de falta de ar). Por que o leite? “Ora, ele é um dos primeiros alimentos a serem introduzidos na dieta da criança”, justifica o pediatra e alergista Wilson Rocha Filho, coordenador do Núcleo Allos, um centro de referência no tratamento de alergia alimentar e anafilaxia de Belo Horizonte. Além disso, a bebida contém 25 proteínas com potencial para induzir reações do sistema imune.

Diagnosticar o problema é que costuma ser complicado. “Há muita confusão, já que os sintomas são parecidos com os de outras doenças, como a intolerância à lactose”, afirma Wilson. “Por isso, uma análise da história clínica detalhada da criança é a melhor forma de diagnóstico”, complementa. Quando os pais são alérgicos, o cuidado deve ser redobrado – o risco de desenvolver o mal chega a 80%.

“Se houver a suspeita de alergia, o pediatra pode prescrever uma dieta de exclusão para tirar a dúvida”, diz Roseli Sarni, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ou seja, o leite e companhia ficam de fora da mesa por cerca de duas a oito semanas. Os especialistas também adotam esse procedimento no exame que confirma se o pequeno rejeita a proteína do leite de vaca. Trata-se do teste de provocação, ou desencadeamento. Logo após o término da dieta de exclusão, a criança consome o alimento que poderia estar por trás da alergia e fica sob observação.

Para o alívio da criançada – e dos pais –, essa é uma doença autolimitada. Em bom português, ela tem cura e não costuma ser persistente. Roseli Sarni dá uma boa notícia: “Em 85% dos casos, o problema é resolvido antes dos 3 anos de idade”.

Por Paula Desgualdo

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Algumas soluções para aliviar a TPM...


Pra você que sofre com a TPM 30 dias por mês como eu, outro ótimo artigo,rsrsrs

Tome uma atitude contra a TPM

Soluções para você experimentar sozinha ou discutir com seu médico
Há empresas que dispensam suas funcionárias na época de TPM. E há mulheres que abrem mão até da vida social nos dias em que as alterações hormonais transformam a vida num inferno. Uma pesquisa recente, realizada pela Universidade de Campinas, indica que 80% das brasileiras sofrem com os sintomas da tensão pré-menstrual. Irritação fora de medida, choro fácil, dor de cabeça, aumento do apetite para doces, inchaço e cólica estão entre as reclamações mais comuns.

"Em geral, a TPM acontece antes da menstruação e está relacionada à queda abrupta dos níveis hormonais, responsável pela menstruação. Parece haver uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas, substâncias naturais ligadas à sensação de prazer e os neurotransmissores, como a serotonina", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose de São Paulo.

Se você está no grupo que sente náuseas só de pensar que esta época do mês está chegando perto, confira a seguir algumas dicas que ajudam a aliviar os sintomas da TPM. Algumas sugestões valem, especificamente, para a semana crítica. Já outras podem ser empregadas o tempo todo, tendo efeito a longo prazo.

Exercícios físicos a prática regular de atividades aeróbias tem se revelado um dos antídotos mais vigorosos contra a TPM. Há até mesmo quem dê um gás a mais às vésperas da menstruação. Isso porque, com o metabolismo em ordem, os inchaços tendem a diminuir. Além disso, os exercícios diminuem o estresse e mantêm os níveis hormonais mais estáveis, evitando as alterações bruscas de humor.

Alimentação se o humor oscila muito na fase pré-menstrual, doses a mais de carboidratos são indicados. Pequenas refeições em curto espaço de tempo, ricas em carboidratos integrais melhoram sintomas como a tensão e a depressão. "Algumas vitaminas, como a B6 e a E, e sais minerais como o magnésio, contribuem para o alívio do mal estar. As vitaminas contribuem para a diminuição da ansiedade (tensão nervosa, variação de humor e irritabilidade)", afirma a nutricionista Daniela Jobst. A vitamina E especificamente alivia os sintomas da sensibilidade mamária e pode ser encontrada em alimentos como óleos vegetais, ovos, legumes e milho. Já a B6 existe em grande quantidade em nozes, banana, brócolis e couve-flor. O magnésio diminui retenção de líquidos e a vontade de comer doces.

Reflexologia a massagem, em pontos específicos dos pés, causa dor. Mas o alívio dos sintomas, incluindo a cólica, é imediato. O especialista pressiona as regiões ligadas aos órgãos do aparelho reprodutor feminino, favorecendo os fluxos de energia.

Aromaterapia use o óleo essencial de alfazema para se acalmar nos dias de TPM. Você pode diluir sete gotas em um litro de água e jogar no corpo após o banho. Outra idéia é acender um incenso no quarto ou no ambiente onde você passar a maior parte do tempo. Também vale pingar o óleo num aromatizador e deixar que ele perfume o ambiente.

Evite o café mesmo quem adora uma xícara quentinha deve evitar o consumo durante a TPM. Isso porque a cafeína tem efeito estimulante, aumentando a irritação. Outras bebidas, como chá mate, chá preto e refrigerantes à base de cola, também precisam sair do seu cardápio naqueles dias.

Yoga -  algumas posturas são indicadas para combater os sintomas da TPM. Uma delas, que pode ser feita até por iniciantes, é conhecida como "gato". Apoiada nas duas mãos e nos joelhos, como se fosse engatinhar, mantenha a coluna alinhada ao pescoço. Quando inspirar, empine o quadril para trás, abra o peito e levante o pescoço, olhando para frente. Ao soltar o ar, faça os movimentos contrários: vá voltando a cabeça para baixo e arredondando a coluna.

Hormônios a alternativa deve ser considerada, principalmente, pelos 8% de mulheres que sofrem com os sintomas mais severos da menstruação, chegando a ter a qualidade de vida e os relacionamentos abalados. "Atualmente, a utilização de métodos hormonais que bloqueiam a menstruação, como o Sistema intra-uterino medicado com progesterona (Mirena ®), e o uso de novas pílulas contraceptivas de última geração que apresentam hormônio com efeito diurético (Yaz ®), têm sido consideradas as novas armas no combate", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme. Para recorrer aos hormônios, peça antes a opinião do seu médico.
Chá de camomila a receita é simples, mas funciona. Infusões naturais, consumidas ao longo do dia, têm efeito calmante e também diminuem o inchaço, sintoma comum e bastante inconveniente da TPM. Caso você sinta muito sono, deixe para beber o chá uma vez por dia, duas horas antes de dormir.

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Risque a fase de cólicas do seu calendário menstrual



Aiiiiiiiiiii como eu sofro com cólicas,fico bem assim mesmo como na imagem acima,rsrsrs...Achei esse texto interessante,vamos ver se funciona...Bjocas

As massagens, os remédios e os truques que realmente fazem efeito
Se, quando assiste a comerciais mostrando aquelas modelos que encaram normalmente os quatro dias de menstruação, sua vontade é jogar um vaso contra a televisão (e nem precisa ser época de TPM), respire fundo. Mais de 50% das mulheres em idade fértil sentem calafrios só de olhar o calendário e notar que a fase de cólicas está chegando. Dos 12 aos 30 anos, esse é um problema comum , afirma a ginecologista Silvana Chedid, diretora da clínica Chedid Grieco e chefe do setor de Reprodução Humana do Hospital Beneficência Portuguesa.
Simplificando, o mal aparece em conseqüência das contrações realizadas pelo útero para eliminar o sangue. Ou seja, quanto mais
intenso for o fluxo da mulher, mais fortes são as cólicas , explica a médica. Mas se você já está cansada de saber o que está por trás de tanto sofrimento e quer mesmo é arranjar uma solução para ele, precisa experimentar nossas dicas. Reunimos um time de especialistas de várias áreas que vão dar soluções simples e muito eficazes para acabar de vez com esse martírio.
1. Analgésicos e antiinflamatórios. Algumas mulheres têm cólicas mensalmente. Para elas, lançar mão de algum remédio pode ser a melhor saída. Mas só faça isso depois de consultar um médico , afirma a ginecologista do Hospital Beneficência Portuguesa. (fique alerta aos perigos da hipocondria)
2. Anticoncepcionais à base de hormônios. A pílula ou outros métodos do gênero têm ação comprovada contra as dores de quem pena com o fluxo muito intenso. Como ela diminui a intensidade do fluxo, as cólicas também acabam diminuindo , associada a doutora Silvana Chedid. (Agende os exames que garantem sua saúde íntima)
3. Massagens. Técnicas que utilizam o calor (como a massagem de pedras) têm ótimo efeito contra as dores e os inchaços tão comuns no período. As massagens ayurvédica, tuiná, o shiatsu e a reflexologia melhoram a circulação e relaxam a musculatura , afirma a fisioterapeuta Andréa Machado, gerente do Thalasso Spa da Praia do Forte (Bahia).
4. Terapias alternativas. A acupuntura é indicada tanto para aliviar as dores como para prevenir o surgimento delas, de acordo com a fisioterapeuta. Para a Medicina Tradicional Chinesa, a cólica menstrual surge devido a um desequilíbrio entre o fígado e o baço-pâncreas , explica Andréa. As agulhas vão agir equilibrando estes órgãos e, assim, tratando outros sintomas da TPM até regularizar o ciclo . Ela cita ainda a talassoterapia como opção. Além do calor, a técnica usa princípios ativos da água do mar, que penetram na pele e melhoram os sintomas da TPM, incluindo as cólicas. (saiba mais sobre a acupuntura sem agulhas)
5. Exercícios físicos. Quando treina, você aumenta a dose de endorfina que circula no sangue. Esse hormônio provoca uma sensação de prazer e euforia, ajudando a esquecer o desconforto. Além disso, o esforço físico faz com que os vasos do colo uterino se dilatem, facilitando a passagem do sangue. Fora isso, os líquidos retidos que causam o inchaço,
tanto da mama como do ventre, são mais bem drenados com o aumento da temperatura corporal e com a transpiração , afirma a especialista do Thalasso Spa.
6. Bolsa de água quente. O calor alivia as dores porque relaxa os músculos, dilata os vasos capilares e produz o bem-estar.
7. Peixe. De acordo com a responsável pelo Spa na Praia do Forte, uma dieta rica em peixe auxilia o controle dos espasmos. A sugestão refere-se ao fato de que a prostaglandina é produzida com base em ácidos graxos, e peixes são ricos nessa substância.
8. Chás de camomila ou de menta, quentes. Eles ajudam a aliviar a dor além de proporcionarem uma deliciosa sensação relaxante.
9. Exclua as gorduras. Frituras, manteigas e carnes gordurosas são as principais responsáveis pela elevação dos níveis de estrógeno e conseqüente aparecimento das cólicas , explicam as nutricionistas Roseli Rossi e Paula Corrêa, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. (diferencie a boa da má gordura)
10. Fibras. Cereais integrais, frutas e verduras favorecem a eliminação do estrógeno em excesso (aquele hormônio que leva ao espessamento do útero e acaba causando as contrações musculares para saída do sangue menstrual). Menos estrógeno é igual a menos contrações e, portanto, menos dores.
11. Abacaxi. Aproveite para se refrescar com ele. A fruta é rica em bromelina, uma substância que melhora digestão e também tem ação antiinflamatória , explicam as nutris da Clínica Equilíbrio Nutricional.
12. Cálcio. De acordo com as duas especialistas em nutrição, vegetais verdes escuros, leite e derivados dele agem diretamente sobre a musculatura lisa do útero, reduzindo as contrações musculares dolorosas. E, por serem ricos em triptofano (aminoácido ligado à produção de serotonina), esses alimentos ainda reduzem a tensão e ansiedade típicas da TPM. O magnésio tem efeito parecido e pode ser encontrado na banana, no leite, na beterraba e na aveia.

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