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EXCESSO de PROTEÇÃO faz mal aos Filhos


Quem não faz de tudo para proteger seus filhos que atire a primeira pedra, no artigo de hoje quero que vejam se o limite esta sendo ultrapassado.
Uma quinta-feira maravilhosa a todos.


                                                 Foto: Matthias Ritzmann/Corbis

Proteger os filhos é um instinto natural de todo pai e mãe. No entanto, quando o zelo se torna excessivo, o desenvolvimento dos pequenos pode ficar seriamente comprometido.
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Jéssica Fogaça, psicóloga infantil comportamental e arte educadora, afirma que os cuidados exagerados dos pais podem ter impacto direto na autoestima dos pequenos, que passam a se observar como incapazes, fracos e frágeis. "Essas crianças aprendem que os adultos devem cuidar delas e protegê-las, pois há algo de muito ameaçador no mundo e que devem ter cuidado sempre", diz.

Essa superproteção causa um alto nível de estresse na criança, pois ela ficará sempre em alerta e com receio de algo. Além disso, impede a exploração o mundo e o aprendizado por meio das próprias experiências. "Essas barreiras podem acarretar um atraso no desenvolvimento motor, como demora para andar ou falar, uma vez que não precisam treinar essas habilidades, pois os pais fazem por ela."

A psicóloga avalia que filhos que recebem excesso de zelo tornam-se muito dependentes da ajuda e da opinião dos pais e, por consequência, não conseguem realizar algumas atividades que outras crianças da mesma idade fariam, como iniciar uma conversa, dizer o que estão sentindo, explorar novos ambientes, tomar pequenas decisões e dormir sozinhas.

Outro risco para o filho é a obesidade. "Muitos passam a recorrer à comida como forma de conforto, uma vez que os pais superprotetores causam a ideia de que o mundo é assustador, gerando ansiedade nos pequenos", explica Jéssica, descrevendo ainda que crianças e adolescentes protegidos demasiadamente podem se tornar adultos ansiosos, inseguros, egoístas, impacientes e individualistas.

Tais características geram diversos problemas nos relacionamentos interpessoais. "Eles esperam que os outros resolvam, não expõem suas opiniões, não conseguem tomar uma decisão e não têm iniciativa. Em um ambiente de trabalho essas inabilidades são altamente prejudiciais", afirma a psicóloga. "Já adultos podem demonstrar traços infantilizados, principalmente nos relacionamentos amorosos, nos quais esperam que o outro faça tudo para si. São manhosos, ciumentos e imaturos", completa.
O excesso de limites ou a falta deles é igualmente prejudicial à criança. De acordo com a especialista, realizar pequenas atividades domésticas ajudam a criança a ter autonomia, a treinar para a vida, a ter responsabilidade e perceber-se como capaz. "Os limites dão contorno à criança, pois é o que dá a medida do que ele pode ou não fazer", relata.

Se você é um pai ou mãe superprotetor, confira as sugestões de Jéssica Fogaça para saber lidar com seus filhos:

- Tenha consciência de que seu papel é o de preparar o filho para viver na sociedade. Para isso, ensine-o a conversar com as pessoas, tomar a iniciativa, realizar atividades sozinho, pedir ajudar, colaborar, ouvir, falar e explorar. Tudo é feito por meio da experimentação, logo, os pais precisam permitir isso aos seus filhos.

- Proteger é responsabilidade dos pais, mas tudo que é demais não é saudável. A vida depende do equilíbrio. Para tanto, os pais devem orientar, dar modelos adequados e não podá-los, não fazer por eles.

- Falar, perguntar, explicar e descrever são as ferramentas mais preciosas na educação das crianças. Dessa forma, invista no diálogo, na orientação e fique próximo aos filhos. No entanto, permita que eles mesmos façam as experimentações.

Por Stefane Braga (MBPress)

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/


Bjocas
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Fimose na fase infantil, com fotos


Fimose é o nome dado ao estreitamento da pele do prepúcio que dificulta a exposição da glande e sua adequada higiene.

Esta dificuldade de retração do prepúcio pode ser de vários graus. Desde aquele estreitamento prepucial mais leve, onde a exposição da glande é feita com dificuldade, desconforto e dor por causa do leve estreitamento do prepúcio, até aquele grau onde há impossibilidade total de retração da pele do prepúcio e exposição da glande. Costuma-se numerar de 1 a 4 os graus de dificuldade para esta retração, mas não vamos entrar em detalhes mais técnicos visto que não é este o objetivo desta página.
Do jeito que se vê o pênis na Figura 1, não é possível se fazer o diagnóstico de fimose, pois excesso de pele não é fimose ! Há que se puxar o prepúcio para trás (Figs. 2 e 3 ) e ver se o prepúcio passa sem dificuldades. Se não passar, como nas figuras 2 e 3, o diagnóstico de fimose está feito !
Foto mostra pele do prepúcio recobrindo grande parte da  glande e meato uretral.
Existem graus intermediários de estreitamento do prepúcio que podem confundir o diagnóstico e, mesmo assim, causar desconforto e dor à retração da pele. É o que ocorre no menino da figura 4.
A mãe sempre foi orientada a puxar a pele do prepúcio para trás na tentativa de “soltar” a fimose e assim, evitar a cirurgia. Ora, esta orientação é equivocada, pois a pele inicia processo de lesão epitelial que se cronifica, provocando progressivo desconforto às tentativas de retração e não cooperação da criança.
Muito freqüentemente, estas crianças evoluem apresentando processos inflamatórios e de infecção (balanopostite), que se cronificam, caracterizados por acentuado inchaço e vermelhidão do prepúcio, dor ou ardência para urinar o que leva os pais a optar pelo tratamento cirúrgico definitivo.
O contrário ocorre com o pênis da figura 5. Neste caso o prepúcio está apenas aderido à glande e não está estreitado. A dificuldade de retração aqui se dá apenas pela aderência prepucial e não por fimose ! Nestes casos as manobras de retração forçada (as chamadas massagens que discutiremos mais a seguir), apesar de dolorosas, irão fazer com que a pele se descole e a retração possa ocorrer, não necessitando de cirurgia.
Foto mostra pele do prepúcio apenas aderida á glande, sem sinais de estreitamento prepucial.

CUIDADO
Uma orientação muito difundida a respeito de fimose é a tal da massagem para soltá-la.
Estatisticamente, apenas uma pequena minoria (4 - 7%), dos meninos permanece com a fimose além do primeiro ano de vida. Por exemplo: se você fizer a tal da massagem em 100 meninos terá “sucesso” com este tipo de procedimento na grande maioria deles, não é ? Pois não tinham ou não teriam fimose, não importando o que se faça em seus prepúcios. Daí a ideia equivocada de que a massagem “resolve” fimose !
Uma complicação mais simples e comum da massagem são as fissuras da pele do prepúcio que podem ocorrer.   Estas fissuras sangram, podem doer, melhoram com tratamento clínico e cicatrizam até que rapidamente. Mas, em contrapartida, aumentam o estreitamento prepucial !
Uma outra complicação, só que bem mais grave, decorrente da massagem é a PARAFIMOSE.
Esta é a condição na qual a pele que é retraída totalmente, passa com alguma dificuldade pela glande e não volta para frente, isto é, o anel fimótico* fica apertando o pênis atrás da glande, edemaciando a mucosa e com o tempo (algumas horas), compromete sua circulação.
Esta condição requer tratamento cirúrgico de urgência se as tentativas de redução manual não resolverem

TRATAMENTO
O tratamento da fimose é cirúrgico.
Mas há alguns autores que preconizarem o tratamento conservador por meio da aplicação de pomadas ou cremes a base de betametasona e hialuronidase (até o momento - julho/03 - não há publicações na literatura internacional a respeito deste método), na tentativa de desfazer as aderências prepuciais, afrouxando a pele e permitindo assim, a retração do prepúcio, evitando a cirurgia.
Em nossa experiência, e relatado por algumas mães, a eficácia deste método é relativa, uma vez,que, segundo elas, após o tratamento (4 a 5 semanas de tratamento diário), a criança não deixa mais puxar a pele para trás, voltando à dificuldade anterior e aos mesmos problemas.
Não nos cabe aqui avaliar tal método, mas os critérios de inclusão das crianças no grupo de estudo, bem como a comparação estatística com um grupo controle/placebo, devem ser muito bem definidos para não se incorrer no risco de incluir crianças com “fimoses” como as da figura 5, acima. Outro aspecto interessante seria um controle e seguimento destas crianças por um tempo mais prolongado, de 3 a 5 anos.
Por isso, não adotamos ainda esta opção como tratamento definitivo da fimose.
A foto abaixo mostra aspecto pós-operatório final de cirurgia de fimose (Postectomia clássica), em uma criança de 3 anos. Como se vê, a cirurgia é realizada por meio de pontos separados de fio absorvível que caem espontaneamente dentro de uma semana.
Muitos cirurgiões, gerais ou urologistas, adotam esta técnica para tratamento de seus pacientes pediátricos. 

CIRURGIA CLÁSSICA DA FIMOSE
Trata-se de uma cirurgia que leva aproximadamente 30 minutos para ser realizada, o pós-operatório é um pouco conturbado, pois a glande exposta está muito sensível e sua manipulação torna-se difícil pois o menino não deixa mexer para fazer os curativos necessários.
Há mais de 12 anos adotamos, para a cirurgia da fimose, a técnica do Plastibell®. Trata-se de um anel plástico, que é introduzido ao redor da glande (sem apertá-la), por dentro do prepúcio e amarrado com um barbante próprio. Este nó vai cortando a pele e dentro de aproximadamente 10 dias todo o conjunto cai, deixando uma cicatriz mais estética.



Mas o mais importante neste dispositivo idealizado há mais de 30 anos para a circuncisão é que é uma técnica cirúrgica rápida (por volta de 5 minutos - sem contar o tempo anestésico), higiênica, pois não precisa de curativos (apenas passar uma pomada lubrificante e anestésica), e o anel se desprende espontaneamente, deixando uma aspecto pós-operatório mais cosmético.
As fotos abaixo mostram como fica o Plastibell já colocado, o pós-operatório e como fica o pênis depois do anel cair.


   Pós-operatório imediato .
Plastibell já colocado e amarrado

 
Aspecto do “curativo” com a pomada
que será utilizada várias vezes por dia


 Aqui, o Plastibell já está quase
caindo dando uma boa idéia de como
irá ficar a cicatriz após o edema sumir.


Aspecto estético após 4 meses
da operação. O anel prepucial é largo,
permitindo a exposição da glande
com facilidade.

Durante o processo de queda do anel, o pênis fica edemaciado, avermelhado, mas não há qualquer dificuldade para urinar por causa disso. Esta inflamação é importante para que o anel caia espontaneamente, sem que seja necessário ser retirado pelo médico.

Aspecto definitivo do pênis após a cirurgia na sua grande maioria.


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Corticóides




Corticóide ou corticosteróide (popularmente chamado de cortisona) é um medicamento usado no tratamento das doenças alérgicas e qué é sintetizado a partir de um hormônio produzido por uma pequena glândula chamada supra-renal, pois se localiza logo acima do rim.
Este hormônio – chamado de cortisol - é essencial para a vida, contribuindo
para manter o equilíbrio no organismo humano. Atua como um potente antinflamatório natural, além de influir em diversas funções do organismo como no metabolismo ósseo, de açucares, sais minerais, gorduras, proteínas, exercendo também ação estimuladora no cérebro. Estas ações são muito importantes para gerar energia necessária para manutenção das atividades diárias e em especial nas situações de estresse tanto físico como emocional. Por exemplo, no momento de uma infecção o organismo precisa de reservas de energia para se defender e o cortisol atua provendo condições para a recuperação.

A produção de cortisol obedece a um ritmo diário (“ritmo circadiano”), 
com um nível máximo do hormônio pela manhã, ao acordar. O nível de cortisol vai caindo lentamente até que à noite há um nível mais baixo no sangue, coincidindo com a sensação de cansaço e necessidade de repouso. Durante o sono, a glândula volta a produzir o hormônio a fim de que o organismo esteja apto para suas atividades diárias ao acordar, pela manhã. Este ritmo de produção do cortisol pela supra-renal é regulado por uma outra glândula; a hipófise ou pineal, localizada no cérebro, sob a influência de outras estruturas reguladoras cerebrais.

Mas o corpo humano é harmonioso: para produzir o cortisol, a glândula supra-renal obedece às ordens da hipófise e do hipotálamo. A regulação do cortisol é portanto o resultado da participação harmoniosa do eixo hipotálamo – hipófise – adrenal. Assim, quando o nível sérico do cortisol, o eixo reduz sua atividade vice versa – se o nível está elevado, automaticamente o eixo estimula sua atividade.

Por isso, quando uma pessoa utiliza um medicamentocontendo corticóide, poderá ocorrer uma interferência no eixo regulador/produtor e resultar em alteração de produção do cortisol pelo organismo. No uso curto por poucos dias, não há problema: uma vez suspenso o medicamento, a glândula supra-renal retoma a sua produção diária normal. Entretanto, se a terapia for prolongada (acima de 30 dias) a retomada da atividade da glândula pode ser lenta ou até mesmo permanente, acarretando sérios problemas de saúde.

Os corticóides são utilizados de forma sintética em medicamentos usados em muitas doenças e na Alergia, por sua estupenda ação antinflamatória. O uso deste medicamento acarreta melhora quase imediata de crises agudas de asma, rinite, urticária, eczemas, farmacodermias e da anafilaxia.

Conhecendo as ações dos hormônios corticosteróides, fica mais fácil compreender seus principais efeitos colaterais, em especial quando utilizados de forma sistêmica por via oral (comprimidos e xaropes) ou injetável.

Medicamentos contendo corticóides:Os remédios contendo corticóides sintéticos (chamados popularmente de “cortisona”),
são utilizados no tratamento de diversas doenças alérgicas, como a asma, rinite,
alergias na pele e no choque anafilático.
• Via oral: xaropes e comprimidos;
• Para uso injetável;
• Para uso inalado: nebulizações, sprays ou inaladores de pó seco;
• Uso na pele: pomadas e cremes;
• Uso oftálmico –colírios.


CORTICÓIDES POR VIA ORAL
Usados sob forma de comprimidos ou como xaropes estão indicados nas crises de asma, rinite e em outras formas de alergia (urticária, angioedema, etc). O ideal é o uso por poucos dias, a fim de corrigir o problema sem que haja interferência na produção do cortisol pela glândula adrenal, sendo uma medicação valiosa e segura.
Os efeitos colaterais são variáveis de pessoa a pessoa, dependendo da dose e do tempo de uso. Os mais comuns são aumento do apetite e alterações do sistema nervoso: algumas pessoas sentem-se com mais energia, outros se queixam de tristeza, irritabilidade e insônia.
No caso da asma, é importante chamar a atenção sobre o medo do corticóide por causa dos efeitos colaterais, mas o retardo no início do uso pode acarretar piora da doença e levar à internação hospitalar (às vezes até em CTI), sendo necessário o uso de doses muito mais altas da cortisona.

Ressalta-se que este medicamento só deve ser feito sob orientação do médico e em hipótese nenhuma por conta própria ou por conselhos de balconistas ou amigos pois o uso abusivo da cortisona pode provocar danos muitas vezes irreparáveis à saúde. Quem nunca ouviu dizer que a cortisona é faca de dois gumes? E é verdade. Mas, cabe ao médico utilizar o “gume certo” e usufruir o benefício do medicamento com o mínimo de efeitos colaterais indesejáveis.
CORTICÓIDES INJETÁVEIS:
Os corticóides podem ser utilizados por via venosa ou intramuscular nas crises agudas de asma e em situações de emergência, como no choque anafilático. Atuam promovendo a diminuição do processo inflamatório e do edema, diminuindo a chegada das células e de fatores chamados mediadores da inflamação.
Entretanto, existem no mercado algumas formas para uso intramuscular e que têm liberação lenta (formas de depósito), permanecendo na circulação por cerca de 20 a 30 dias após uma única aplicação. Esta liberação lenta tende a provocar efeitos colaterais mais graves e intensos e por isso não são recomendadas no tratamento de doenças alérgicas.

Os principais efeitos colaterais dos corticóides sistêmicos – em comprimidos, xaropes ou injetáveis são:
• Aumento de peso com deposição central de gordura (giba de búfalo).
• Tendência a aumentar a pressão arterial.
• Retenção de água (edema).
• Tendência ao aumento do açúcar no sangue (diabetes).
• Aumento da acidez estomacal (azia, gastrite).
• Perda de cálcio ósseo (Tendência à osteoporose).
• Insônia, agitação.
• Aparecimento de cãimbras.
• Acne, surgimento de pêlos na face.

CORTICÓIDES INALADOS
O uso inalado é considerado padrão ouro no tratamento de controle da asma e da rinite alérgica, atuando no processo inflamatório das vias respiratórias e resultando no controle da doença, devendo ser mantido de forma contínua e por tempo prolongado.
Resalta-se que os corticóides inalados não são indicados para uso nas crises, mas sim na prevenção e controle da asma.
Apesar de seguros, os corticóides inalados também podem causar efeitos colaterais, mas em geral de forma localizada, como a rouquidão (disfonia) e candidíase oral (“sapinho”). Os efeitos colaterais sistêmicos são raros e de pequena intensidade.
Os corticóides inalados podem ser usados sob forma se nebulização, como “sprays” ou aerossóis (popularmente conhecidos como "bombinhas”) ou ainda em forma de inaladores de pó. É imprescindível lavar a boca após o uso. No caso dos aerossóis ou sprays, recomenda-se também o uso de espaçadores, a fim de reduzir possíveis efeitos colaterais locais.

Vantagens do uso inalado:  
- A medicação atua mais rápido;
- As doses são menores (microgramas);
- Os efeitos colaterais sistêmicos são mínimos;
- Pode-se utilizar por tempo prolongado sem alterar o equilíbrio do eixo hipófise - arenal
.

CORTICÓIDES USADOS SOB FORMA DE CREMES E POMADASUsados no tratamento de doenças alérgicas da pele como a dermatite atópica e o eczema de contato.

Em resumo:

USO ADEQUADO:
• Para tratar crises fortes ou moderadas nas doenças alérgicas.
• Utilização deve ser de preferência por via oral (comprimido ou xarope), em doses adequadas e por período curto (5 a 7dias).
• Utilizar com orientação e supervisão do médico.
USO INADEQUADO:• Uso por conta própria e sem orientação médica.
• Utilização repetida de injeções de depósito (ação prolongada).
• Evitar corticóides a todo o custo e só usar quando a crise já for muito grave.
• Usar baixas doses por tempo longo ou modificar a prescrição do médico por medo de efeitos colaterais.
Alguém tem medo de beber água?

Certamente não... Mas água também pode afogar e matar!

Corticóides usados de maneira adequada
são medicamentos seguros, úteis e confortadores, preciosos como a água.


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Os benefícios que a amamentação traz a mãe e ao bebê.



O Super Leite

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora!

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O colo da mamãe faz milagres...

Acho que faz mesmo não é mamães?Me lembro que quando os meus estavam pequenos, choravam por algum motivo e queriam logo colo, rapidamente o choro cessava.Saudades desse tempo... =(

Outro ótimo artigo...Bjs

Bebê sofre mesmo quando está com a saúde plena. 
O pequeno leva picada da seringa da vacinação, depois leva outra picadinha quando faz coleta de exames laboratoriais, às vezes na veia. Imagine só aqueles bebês que precisam mais do que apenas as vacinas e os exames de rotina.


Saiba que a dor, infelizmente, faz parte do processo para o bebê ficar bem. Mas agora a boa notícia.
Um estudo orientado por Ruth Gunsburg, professora do Departamento de Pediatria da Unifesp, constatou que um colinho de mãe em conjunto com solução glicosada a 25% (água com açúcar) pode diminuir a sensação de dor que o bebê sente nas intervenções doloridas.

Os indicadores de dor avaliados foram a mímica facial, frequência cardíaca e saturação de oxigenação e também foi avaliado o tempo de duração desses sintomas.

Para chegar à conclusão de que o colo da mamãe faz diferença, foram estudados quatro grupo de bebês quando estes tomaram a vacinação contra a hepatite B.

No primeiro grupo, foi oferecido à criança apenas a solução glicosada. No segundo, foi pedido para que as mães ficassem em contato direto com o seu filho na vacinação. Já o terceiro grupo foi beneficiado com os dois procedimentos: solução glicosada e colo de mãe. O último foi o grupo controle onde foi realizada somente a vacinação.

A explicação para a solução glicosada diminuir a sensação de dor é que a estimulação do paladar libera substâncias calmantes. O contato pele a pele com a mãe diminuiu a duração de resposta à dor e atenuou a experiência dolorosa.

Quero colo - Os efeitos benéficos no contato pele a pele com a mãe não têm uma explicação comprovada. Pode ser a liberação de substâncias calmante, conforme estimulação sensorial múltipla como ocorre entre mãe e bebê (o toque, o cheiro da mãe e o fato de o bebê neonato escutar os batimentos cardíacos maternos).
Esses elementos podem bloquear a chegada do estímulo da dor ao sistema nervoso central. A ciência ainda não achou a definição definitiva dos benefícios do colo, mas qual bebê que não resiste a um colinho aconchegante, com altas doses de carinho e afeto?

Dicas

Sempre que puder, esteja presente quando seu bebê tiver que passar por algum procedimento dolorido. Seja forte e lembre-se de que isso reduzirá a dor que o pequeno sentirá.
Não deixe de realizar procedimentos em seu bebê só porque é doloroso. Mesmo sendo doloroso é para o bem do seu filho.
Antes de qualquer procedimento, explique para seu filho o que irá acontecer e que vai estar com ele, mesmo que ache que ainda não entenda.

Bruno Rodrigues

Fonte:  http://guiadobebe.uol.com.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ensinar a dividir com o irmão



Com todo respeito, tem muita criança egoísta por aí, e é nosso dever como pais ensinar o correto...Artigo curto é ótimo, fica a dica. Bjus

Compartilhar espaço, brinquedos e, principalmente, a atenção dos pais não é um processo voluntário e precisa ser estimulado.

“É meu!” Quem vive rodeado de pequenos sabe que, na primeira infância, essa expressão não larga a boca da criançada. A boneca, a babá, o cachorro: tudo o que as circunda parece ser de sua exclusiva propriedade. De certa forma, elas têm razão. Cá entre nós, os próprios pais costumam transmitir essa impressão ao filho – basta notar quantas vezes se referem a algo como sendo “do nenê”. 

Segundo Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, a divisão deve ser incentivada desde os tempos de filho único. “É preciso aprender que não dá para ganhar tudo sempre”, aponta. Uma idéia é mostrar que a criança não tem acesso ilimitado ao que acontece na casa. Há alguns programas que os pais fazem, por exemplo, dos quais ela não pode participar e ponto final.

Se o pequeno cresce sabendo que cada pessoa ocupa um determinado espaço na família, fica muito mais fácil repartir quando ganha um irmão. “A noção do outro surge aos poucos e é natural que haja competitividade entre eles”, afirma a psicoterapeuta paulistana Denise Molino. A divisão nunca será voluntária ou prazerosa, mas a criança aprenderá a administrá-la. “Somente por volta dos 6 anos, dá para esperar uma atitude mais voltada para o outro”, diz Ada Morgenstern, professora de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Nessa idade, elas já se habituaram ao ambiente escolar, participam de jogos coletivos e conseguem ver nos amigos e irmãos uma companhia para as brincadeiras. Até lá, mostre aos pequenos que um filho não representa uma ameaça ao outro e estimule-os a brincarem juntos.

Por Paula Desgualdo

Fonte:http://www.bebe.com.br/
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Será alergia ao leite de vaca?


A alergia à proteína dessa bebida surge principalmente no primeiro ano de vida e exige atenção especial com a alimentação da criança.

Você já deve ter ouvido falar que o leite de vaca não é recomendado para bebês com menos de 1 ano. Pois saiba que a orientação tem fundamento científico. O companheiro nosso de cada manhã não contém nutrientes em quantidades adequadas para o desenvolvimento dos pequenos nessa idade – o nível de ferro, por exemplo, é muito baixo e o de sódio, que contribui para a sobrecarga dos rins, é alto demais. Mas esse não é o principal problema. Hoje, 5% das crianças brasileiras possuem algum tipo de alergia alimentar. E o grande protagonista dos ataques alérgicos na garotada é ele mesmo: o leite de vaca.

“No primeiro ano de vida, nosso sistema gastrintestinal ainda não está maduro”, explica Ary Lopes Cardoso, chefe da unidade de nutrologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas paulistano. Quando o leite de vaca entra no menu muito cedo, o organismo da criança absorve proteínas que podem ser encaradas como intrusas pelos anticorpos. Aí, os sintomas de que algo não vai bem surgem em diferentes cantos do corpo – principalmente na pele, nos pulmões e no intestino.

O bebê pode apresentar diarréia, constipação, vômitos, asma, rinite, chiado no peito, manchas avermelhadas, urticária e, em casos mais sérios, anafilaxia (uma reação sistêmica que vem acompanhada de falta de ar). Por que o leite? “Ora, ele é um dos primeiros alimentos a serem introduzidos na dieta da criança”, justifica o pediatra e alergista Wilson Rocha Filho, coordenador do Núcleo Allos, um centro de referência no tratamento de alergia alimentar e anafilaxia de Belo Horizonte. Além disso, a bebida contém 25 proteínas com potencial para induzir reações do sistema imune.

Diagnosticar o problema é que costuma ser complicado. “Há muita confusão, já que os sintomas são parecidos com os de outras doenças, como a intolerância à lactose”, afirma Wilson. “Por isso, uma análise da história clínica detalhada da criança é a melhor forma de diagnóstico”, complementa. Quando os pais são alérgicos, o cuidado deve ser redobrado – o risco de desenvolver o mal chega a 80%.

“Se houver a suspeita de alergia, o pediatra pode prescrever uma dieta de exclusão para tirar a dúvida”, diz Roseli Sarni, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ou seja, o leite e companhia ficam de fora da mesa por cerca de duas a oito semanas. Os especialistas também adotam esse procedimento no exame que confirma se o pequeno rejeita a proteína do leite de vaca. Trata-se do teste de provocação, ou desencadeamento. Logo após o término da dieta de exclusão, a criança consome o alimento que poderia estar por trás da alergia e fica sob observação.

Para o alívio da criançada – e dos pais –, essa é uma doença autolimitada. Em bom português, ela tem cura e não costuma ser persistente. Roseli Sarni dá uma boa notícia: “Em 85% dos casos, o problema é resolvido antes dos 3 anos de idade”.

Por Paula Desgualdo

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Quando os dentes demoram a nascer...



Para todas as mamães que querem ver logo os dentinhos...

Quando os dentes demoram a nascer...

É comum que os bebês prematuros tenham atraso na dentição. Mas, se a criança tiver nascido no tempo certo e não surgir nenhum sinal até completar 1 ano de idade, o odontopediatra pode solicitar a radiografia. "Na maioria das vezes, esse atraso se dá por conta de uma gengiva fibrosa, que segura o dente", diz a dentista Camila Oda Maeda, de São Paulo. Muitas mães acreditam que o dente que nasce mais tarde tem mais força. Não é bem assim. "Na verdade, ele só está guardado na gengiva e, portanto, fica menos exposto aos agentes que causam a cárie", explica a odontopediatra Tânia Lima Barbosa, de São Paulo.

Por Yara Achôa


Portanto relaxem mamães,deixe os dentinhos quietinhos lá dentro,estão mais protegidos....rsrsrs

Bjocas
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Vitaminas essenciais para o crescimento saudável da criança.



Super dica galera...

Veja por que algumas vitaminas são indispensáveis para o crescimento do seu filho e saiba em quais alimentos encontrá-las

A
Para que serve
É boa para os olhos, a pele e os cabelos, além de fortalecer as unhas. Sem falar que ela eleva as defesas do organismo
Boas fontes
Frutas e vegetais alaranjados, como a abóbora, e alimentos de origem animal, como o fígado e o leite

B1
Para que serve
Além de eliminar o colesterol ruim, combate a dor e mantém a saúde de músculos e nervos
Boas fontes
Cereais integrais, germe de trigo, fígado e leguminosas

B2
Para que serve
Participa da formação dos glóbulos vermelhos, faz a manutenção dos tecidos do corpo, decompõe carboidratos e gorduras
Boas fontes
Carne vermelha, ovos, queijos, iogurte, cereais, integrais e legumes verdes

B6
Para que serve
Entra na produção de células de defesa, forma os glóbulos vermelhos e processa proteínas
Boas fontes
Peixe, ameixa, uva passa, grãos integrais, banana, batata e carne de porco

B12
Para que serve
Combate a anemia, é fundamental para o crescimento e entra no processo de carboidratos
Boas fontes
Carnes, fígado, ovos, leite e derivados

C
Para que serve
Mantém a saúde da pele, de ossos, tendões, cartilagens, vasos sangüíneos, gengivas e dentes e acelera a cicatrização
Boas fontes
Frutas cítricas, pimentão e tomate

D
Para que serve
Aumenta a absorção de cálcio e fósforo, evita o enfraquecimento de ossos e dentes
Boas fontes
Óleo de fígado de bacalhau, fígado de peixe, gema de ovo e leite

E
Para que serve
Retarda os efeitos do envelhecimento, faz bem para a circulação, acelera a cicatrização e aumenta a resistência a doenças
Boas fontes
Gema de ovo, grãos, óleos vegetais, leguminosas, cereais integrais e germe de trigo

K
Para que serve
Fortalece os ossos, previne hemorragias e é essencial para a coagulação do sangue
Boas fontes
Alface, espinafre, couve, fígado, batata, ovo e leite
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Valores se aprendem em casa.



Desde cedo é importante ensinar ao filhote as primeiras lições sobre responsabilidade, respeito mútuo, direitos e deveres, entre outros temas. Em um primeiro momento, os pais e irmãos são as pessoas que costumam conviver mais intensamente com a criança e, por isso mesmo, são suas principais referências e os grandes difusores de valores. Depois, a escola também contribuirá nesse processo.
Portanto, é fundamental conversar e apresentar certos conceitos desde os primeiros anos de vida de seu filho.
Para a criança, o papai e a mamãe são os detentores de toda a sabedoria. Confiam em tudo o que esses dois "sábios" contam e são seus ensinamentos que nortearão a vida do pequeno.
Essa é uma grande responsabilidade, não é mesmo? Por isso, é imprescindível estar sempre atento e tomar muito cuidado com os valores que são passados dentro de casa: eles influirão diretamente na formação do caráter do seu filho.
Em casa: as primeiras noções
Procure ensinar limites e regras. Dessa maneira, o pequeno desenvolve desde cedo respeito aos regulamentos - o que evitará, mais tarde, que ele enfrente frustrações ao descobrir que sempre há limite para as coisas na vida.
É importante que você trate as outras pessoas respeitosamente: ao ver os familiares sendo cordiais e compreensivos com os demais, seu filho aprenderá naturalmente que é essa a maneira como ele deve tratar os outros.
Não esqueça de deixar sob responsabilidade do pequeno algumas tarefas diárias. Por exemplo: estabeleça que ele precisa guardar seus brinquedos ou arrumar o quarto. Dessa maneira, aprenderá que, além dos direitos, ele tem deveres também.
Seus bons exemplos são muito importantes
Saiba também que a melhor forma de educar a criança é dando o exemplo: é bem mais eficiente mostrar em seus atos diários qual a melhor maneira de agir em vez de apenas falar como a criança deve se comportar.
Uma outra dica: não tente ensinar fazendo ameaças ou chantagens. Também evite prometer presentes e recompensas em troca de bom comportamento.
Essa atitude pode criar um círculo vicioso: ele só obedecerá se receber algum mimo por isso.
A influência dos coleguinhas de escola
As experiências vivenciadas na escola e o contato com professores e coleguinhas também influem diretamente na formação da criança.
Na escola, ela terá de aplicar tudo o que tem aprendido em casa e verá como os outros se comportam (com as lições que aprenderam em suas respectivas famílias).
Com certeza, haverá uma diversidade de experiências e posturas. Esse imenso repertório de novos tipos de comportamentos e valores será um processo muito rico.
Mas fique muito atento e acompanhe de perto as descobertas de seu filho. Afinal, ele pode aprender conceitos que você considere inadequados e precisará de sua orientação, para explicar-lhe qual o melhor comportamento a seguir.
Aos poucos, a criança aprenderá valiosas lições que serão importantes para a vida inteira!

Fonte:http://www.jnjbrasil.com.br/

Bjocasss
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Ensine a criança a falar corretamente.



Os adultos percebem as palavras como quebra-cabeças, compostas de vários sons individuais reunidos de acordo com as regras da língua. Mas pesquisas mostram que as crianças não estão conscientes dessa divisão e ouvem apenas grupos de sons. Para elas, frases completas podem soar como uma coisa só.

Nessa etapa, portanto, não espere que seu filho pronuncie tudo corretamente. Tenha paciência, converse bastante e descreva objetos com muitos detalhes para ajudar a aumentar seu vocabulário. Perceba que algumas consoantes, como o P, o B e o M, são mais fáceis de articular que outras. “Na língua portuguesa, alguns dos sons mais complexos são o L de ‘blusa’ e o R de ‘cravo’”, explica a fonoaudióloga Jacy Perissinoto, da Universidade Federal de São Paulo. Se a criança pronunciar “livo”, responda calmamente: “Sim, é o livro”. Não repita seus erros, já que ela aprende por imitação.

Apenas na fase de alfabetização, após os 5 anos, é que a meninada aprenderá que as palavras são constituídas por partículas – as sílabas e os fonemas.

Por Débora Mamber

bjocas
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Um banho na hora da febre...



Estudo realizado no Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira, em Recife, Pernambuco, comprova que o banho morno é muito bem-vindo em casos de febre

A febre é sinal de que algo não vai bem. Assim, diante do perigo, o cérebro ordena a produção de substâncias que elevam a temperatura corporal para destruir intrusos como vírus e bactérias. “A vantagem do banho morno é a de abaixar a temperatura rapidamente”, afirma o pediatra João Guilherme Bezerra Alves, um dos autores do estudo.

O médico conta que foram avaliadas 120 crianças com idade média de 3 anos. “O uso exclusivo de antitérmicos é bastante eficaz, mas sua atuação demora cerca de 40 minutos”, diz ele. Segundo Alves, o ideal é usar a medicação aliada à imersão na água, que deve estar entre 30 e 32 graus. Esfregar delicadamente o corpinho do pequeno com uma esponja também colabora para dispersar o calor. Vale ressaltar que é importante comunicar ao pediatra os episódios febris e levar a criança direto ao consultório se ela for menor de 6 meses. 

Por Regina Célia Pereira

Bjinhosss
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Campanha: Câncer de mama.



Vamos lá gente.

Basta um clique,e você estará ajudando muitas mulheres com câncer de mama.


Bjs e ajudem...
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Fimose na fase infantil.



Muito se fala sobre a fimose em adultos, mas poucos falam sobre quais os tratamentos para se resolver esse problema com os nossos filhos pequenos. Algumas dúvidas sempre ficam.

Vamos relembrar o que é a fimose. O pênis é formado pela glande, isto é, a cabeça, o corpo e a base (parte que fica junto ao corpo). É revestido de uma pele, o prepúcio que serve para proteger a glande, parte muito sensível do pênis. O prepúcio é retrátil, se o puxarmos em direção à base do pênis a glande ficará exposta.
A fimose é a dificuldade de deixar a glande exposta devido o prepúcio estar aderido na glande ou pelo seu anel ser muito estreito. Em recém-nascidos a fimose é normal, mas aos três anos 90% dos meninos já não apresentam. Há uma regressão fisiológica.

Nos meninos que a fimose permanecer mesmo aos três anos um tratamento é recomendado. A discussão com o pediatra será essencial para decidir qual dos tratamentos será o ideal para cada criança.
Existe um tratamento feito com cremes de corticóides, conhecido como "pomada", que é aplicado no prepúcio combinado com algumas manobras indicadas pelo médico. Já existem estudos que confirmam o efeito positivo desse tratamento. O creme pode às vezes não curar a fimose, mas pode deixá-la mais tênue, deixando a cirurgia mais fácil.

Já a cirurgia clássica de fimose (postectomia) é realizada com anestesia geral em crianças pequenas, durando em média 30 minutos. Os pontos caem sozinhos e o pós-operatório é simples, mas o pênis pode ficar um pouco sensível e a criança pode recusar a manipulação para os curativos que devem ser feitos.
A recuperação é rápida e a criança pode voltar às atividades cotidianas em três dias, apenas evitando brincadeiras e esportes que possam causar traumas nesta região como correr, lutar, jogar bola e andar de bicicleta por pelo menos um mês.

Anel plástico - Uma segunda opção de cirurgia é a colocação de um anel plástico ao redor da glande, sem apertá-la, por dentro do prepúcio e amarrado com um barbante. O nó vai cortando a pele e aproximadamente 10 dias depois todo o conjunto cai, deixando uma cicatriz mais estética que a cirurgia clássica. O tempo da cirurgia é menor, cerca de 10 minutos, é realizada anestesia geral e a alta é no mesmo dia, como na cirurgia clássica.
O pós-operatório consiste apenas na aplicação de uma pomada lubrificante e anestésica. Nenhuma das cirurgias, tanto a clássica como do anel não dificultam a criança fazer xixi.

Recado aos pais - Exercícios de retração da pele à força que algumas mamães fazem para que a fimose desapareça podem causar microtraumatismos, dor, inflamações e até sangramentos. Isso pode piorar a fimose já que a cicatriz das lesões leva a um estreitamento maior do anel do prepúcio.
Seja qual for o tratamento da fimose, a decisão deve ser realizada em conjunto entre os pais e o médico da criança. Levando em conta todas as orientações médicas, a fimose não será um problema para ninguém, muito menos para a criança.

Dicas

Exercícios realizados erroneamente no prepúcio causam dor e a recusa da criança na manipulação do pênis criando um ambiente propício para infecções no prepúcio e glande.
A higienização do pênis do bebê deve ser feita até a parte em que o prepúcio consiga se retrair sem fazer força.
Não se preocupe se seu bebê tiver fimose, ela poderá desaparecer naturalmente até os três anos de idade.


Fonte:  www.guiadobebe.com.br

Bjocas
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Cartilha para desfraldar.



Gostei das dicas galera, não esqueçam que isso pode variar de criança pra criança. ;)

Veja os conselhos dos médicos para ajudar os pais e as crianças nesse processo

1ª semana
Leve o pequeno ao banheiro a cada duas horas para fazer xixi. No caso de cocô, respeite os horários de costume. Espere sempre ao lado dele, sem apressá-lo, até que finalize a tarefa. Limpe-o e vista a cueca ou calcinha.

Dica: cante parabéns e festeje as primeiras vezes do xixi e cocô no peniquinho.

2ª semana
Continue levando a criança para fazer xixi e cocô, mas deixe-a sozinha no banheiro. Peça que chame quando tiver terminado.

Dica: recaídas são esperadas. Jamais dê bronca. Em vez disso, diga coisas como: “Você fez xixi na calça, mas não tem problema. Dá próxima vez conseguirá chegar a tempo ao banheiro”.

3ª semana
Deixe a decisão de ir ao banheiro por conta da criança, mas pergunte se não está com vontade pelo menos umas quatro vezes ao dia. Dica: quem limpa o pequeno são os pais, mas mostre para ela como se faz. Nunca se esqueça de apertar a descarga e lavar as mãos (as suas e as da criança) depois de usar o banheiro.

4ª semana Agora não pergunte nem ofereça. Deixe que a criança vá ao banheiro por conta própria.

Dica: compre cuecas e calcinhas coloridas e com personagens para incentivá-la.

Fonte: Desconhecida

Bjinhosss

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Adeus as Fraldas!!!





Meus pequenos não deram muito trabalho para dar o Adeus as fraldas e o de vocês?Ótimo artigo pessoas...

Com 1 ano e meio a criança está pronta para fazer xixi no penico. Mas vai precisar da orientação e, claro, muita paciência dos pais
Quer tirar a fralda do seu bebê? Pois saiba que não basta deixar a criança pelada, fazendo xixi à vontade. 

“Ela só conseguirá se livrar das fraldas se for preparada para isso”, avisa o pediatra Renato Lopes de Souza, da Universidade Federal de São Paulo. O sucesso depende da maturidade do pequeno e da paciência dos pais. Fisiologicamente a criança está pronta para abandonar as fraldas a partir de 1 ano e 6 meses. “É quando adquire o controle dos músculos e nervos do ânus e da uretra”, justifica Souza. Até os 4 anos, no entanto, acidentes ainda são normais.

Para botar em prática essa habilidade, a cabeça do seu filho precisa ser treinada — e aí entram os pais. Mostre a ele as questões que envolvem o troninho. O xixi na fralda, o cocô que vai embora na descarga e a importância dos hábitos de higiene são algumas lições. É importante perguntar se ele gostaria de experimentar o banheiro. Aqueles que já estão no ponto costumam mostrar a fralda molhada ou avisam que vão fazer cocô. Também não suportam ficar sujos e pedem para ser trocados.

A fralda diurna é a primeira a ser abolida. Uma tática boa é colocar a criança, assim que acordar, no penico ou no vaso sanitário. Nesse caso não se esqueça do redutor de assento, peça fundamental para deixar o baixinho mais seguro diante daquele baita buracão. No início pode ser que ele faça apenas um pinguinho de xixi, mas tudo bem. A partir daí é só levá-lo a cada duas horas ao banheiro. Com o cocô é mais fácil, porque a criança já está habituada a fazer sempre no mesmo horário.

Quando o pequeno conseguir controlar o xixi e o cocô e aprender a usar o penico ou vaso sanitário (o que pode levar até quatro meses), é hora de abandonar a fralda noturna. Para isso ele deve dormir em cama, pois pode dar vontade de correr para o banheiro durante a noite. Também é essencial abolir a última mamada. São 250 ml de líquido a menos na bexiga. E a regra principal: antes de dormir a criança precisa fazer xixi.

Não é aconselhável deixar passar da época certa para desfraldar. A criança pode se acomodar e, depois, o processo fica mais complicado. Também é péssimo forçar a barra. Quando não está preparado, o pequeno acaba segurando demais o xixi. Daí, o conselho para os pais é abandonar o processo por uns 15 dias e, então, tentar novamente.


Fonte: guiainfantil.com.br
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Anti-inflamatório,pode expor crianças a sérios riscos.



Médicos alertam: usado de forma indiscriminada, esse remédio mascara problemas e expõe as crianças aos seus efeitos adversos, que, diga-se, não são poucos.
Por Vanessa de Sá
Eles são assíduos freqüentadores da farmacinha caseira de quem tem filhos. E são rapidamente sacados de lá à menor queixa de dor ou nos casos de uma febrícula à toa. O tombo provocou inchaço? Dá-lhe anti-inflamatório. A garganta incomoda? Lá vai outra dose. Pudera. Nem se exige receita médica para alguém sair da farmácia de posse de uma dessas drogas curinga, quase uma panacéia para as mazelas infantis.

"Lamentavelmente, os anti-inflamatórios vêm sendo usados de forma abusiva, errada e sem critério", afirma Roberto Tozzi, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.

"Sangramento gastrointestinal, toxicidade para os rins e o fígado, além de alergia, são os principais riscos do mau uso", enumera Sandra Oliveira Campos, pediatra da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. "E, quando o fígado ou os rins são afetados, pode haver desde uma alteração transitória de seu funcionamento até lesões graves."
Os tipos de anti-inflamatórios
Os anti-inflamatórios não são todos iguais. Entenda as diferenças entre as duas classes existentes no mercado:

Hormonais
Também chamados de esteróides, são derivados dos corticóides. Entre seus princípios ativos, estão agentes inibidores das prostaglandinas e de várias proteínas ligadas ao processo inflamatório. "Eles são capazes de regular ou desacelerar o processo inflamatório", explica Roberto Tozzi. Se usados abusivamente, porém, podem originar a síndrome de Cushing, cujo principal sintoma é a redistribuição da gordura corporal. A criança engorda e fica com o rosto em forma de lua cheia. Para completar, o apetite aumenta, mas a força muscular diminui. Os anti-inflamatórios hormonais tratam a bronquite asmática, a inflamação crônica dos pulmões que faz com que as passagens para o ar se estreitem, deixando a respiração difícil. Segundo Roberto Tozzi, esses medicamentos também costumam entrar na receita de combate à meningite bacteriana e às doenças inflamatórias auto-imunes.

Não-hormonais
Conhecidos ainda como não-esteróides, atuam basicamente como analgésicos, já que são derivados do ácido acetilsalicílico. Há mais de 20 tipos de anti-inflamatórios não-hormonais, entre eles o diclofenaco, o ibuprofeno e o piroxicam.

Também atuam nas prostaglandinas, reduzindo o processo inflamatório. De quebra, dessensibilizam as terminações nervosas que enviam mensagens de dor, daí serem bons analgésicos. Mas, usados sem critério, podem levar à síndrome de Reye, uma condição rara capaz de causar disfunção hepática e até morte.

Os anti-inflamatórios não hormonais servem para a artrite reumatóide, uma inflamação dolorosa nas articulações, que provoca alteração nas estruturas ósseas e nas cartilagens. "A doença, no caso, é a própria reação inflamatória", nota a médica Sandra. Segundo ela, eventualmente esses remédios também podem ser usados para tratar traumas, como entorses, luxações e contusões.

Fonte: guiainfantil.com.br
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Birra: A hora de dizer não para a criança.



Se vocês estão passando por uma fase de birras dos filhos e não sabe o que fazer... meninas achei esse artigo excelente,deem uma lida.

Nem sempre é fácil lidar com os escândalos protagonizados pelas crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos a lidar com as frustrações e ter uma vida mais feliz.
Por Angela Senra
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar. Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.

Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.

A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.

Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.

“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.

Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.

“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.

A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.

Fonte: bebe.abril.com.br

Bjsss
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Alergia a leite ou intolerância a lactose.


Erros conceituais

Estudo feito na Unifesp aponta que maioria dos pediatras e nutricionistas prescreve produtos considerados inadequados para crianças com alergia ao leite de vaca. Um terço dos médicos confunde alergia com intolerância à lactose.

Os pediatras e nutricionistas erram com freqüência no diagnóstico para detectar a alergia às proteínas do leite de vaca em crianças menores de 2 anos.

Essa é a conclusão de uma pesquisa, feita na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em que foi demonstrada a presença de “erro conceitual” em relação às recomendações terapêuticas na alergia ao leite de vaca em lactentes.

O trabalho, publicado na Revista Paulista de Pediatria, alerta para a necessidade de diagnósticos precisos e cautelosos, uma vez que a dieta de exclusão do leite de vaca, ao ser aplicada aos lactentes, pode prejudicar o crescimento normal e a própria qualidade nutricional da dieta. As crianças menores de 2 anos, em fase de rápido desenvolvimento, apresentam necessidades nutricionais elevadas.

A eliminação do leite de vaca, sem substituição adequada, provoca déficits de cálcio e de outros nutrientes. De acordo com o coordenador do estudo, Mauro Batista de Morais, professor associado e livre-docente da disciplina de gastroenterologia pediátrica da Unifesp, deve-se prescrever dieta de exclusão do leite de vaca e derivados com substituição da mamadeira, na maioria dos casos, por uma fórmula especial, denominada hidrolisado de proteínas, ou por fórmulas de aminoácidos.

“Como se trata de produtos com custo mais elevado, muitos pediatras e nutricionistas iniciam o tratamento com fórmula de soja. De acordo com a Academia Norte-Americana de Pediatria, as fórmulas de soja só podem ser utilizadas nas alergias imediatas após o sexto mês de vida”, afirmou Morais à Agência FAPESP.

Os outros autores do estudo, todos ligados à Unifesp, são Ana Paula Cortez, Lilian Cristiane Medeiros, Patrícia da Graça Speridião, Regina Helena Mattar e Ulysses Fagundes Neto, esse último professor titular de gastroenterologia pediátrica e reitor da universidade.

A pesquisa foi realizada em três hospitais públicos no município de São Paulo, em 2005. Os resultados foram analisados a partir de um questionário auto-administrado, envolvendo 53 pediatras e 29 nutricionistas com idade entre 21 e 50 anos. Cerca de 91,6% dos que responderam às questões tinham pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado).

Observou-se que produtos como leite de cabra, fórmula láctea sem lactose e parcialmente hidrolisada, que não são recomendados para o tratamento da alergia às proteínas do leite de vaca, foram considerados adequados por alguns profissionais. Cerca de 66% dos pediatras e 48% dos nutricionistas prescreveram pelo menos um produto considerado inadequado para pacientes com alergia ao leite de vaca.

“Muitas vezes são prescritos extratos de soja que não atendem às necessidades da criança e podem desencadear alergia. A soja que é usada por adulto não pode ser a única fonte de alimentação de uma criança. Esse é um erro comum. A dieta da exclusão não pode se limitar a curar a alergia. Ela também deve ser adequada para o lactente crescer”, afirmou Morais.

Alternativas não informadas

Outro dado que chamou a atenção no estudo é que 25% dos pediatras e 40% dos nutricionistas não apontaram as fórmulas à base de hidrolisado protéico e fórmulas à base de aminoácidos como opções terapêuticas no combate à alergia ao leite de vaca.

O problema começa na fase incial. Lactentes que apresentam diarréia e vômito levantam indícios de que tenham alergia ao leite de vaca. No primeiro momento, segundo Morais, deve haver a suspensão do leite na dieta. Depois de alguns dias, a diarréia e os vômitos desaparecem. Após cerca de oito semanas, o leite de vaca é reintroduzido na alimentação para verificar o reaparecimento dos sintomas.

“Esse é o processo correto para fazer o diagnóstico. Na prática, os médicos param no segundo ponto. Ou seja, só fazem a dieta da exclusão. Se a dieta for errada, a criança terá déficits nutricionais”, disse.

Em relação à rotina de atendimento, 52,8% dos pediatras responderam que crianças com alergia a proteínas do leite de vaca são avaliadas e orientadas por nutricionistas. E a maioria dos profissionais (97,6%) afirmou realizar, rotineiramente, a avaliação da dieta.

Houve uma proporção maior de nutricionistas, em relação aos pediatras, que afirmou ter adotado algum padrão de referência para analisar a quantidade de cada nutriente na dieta da criança.

No aspecto “alimentos que devem ser excluídos” durante o tratamento da alergia às proteínas do leite de vaca, 92,4% dos pediatras e 89,6% dos nutricionistas responderam corretamente. Mas 20,7% e 17,2%, respectivamente, “limitaram-se à exclusão da dieta do leite de vaca e de seus derivados, mas não mencionaram os produtos industrializados e as preparações que podem conter as proteínas do leite de vaca”, disse Morais.

Confusão no diagnóstico

A pesquisa também detectou haver erro no diagnóstico em relação à intolerância à lactose, que é confundida com alergia a proteínas. Os resultados mostram que 30,8% dos pediatras e 17,2% dos nutricionistas consideram necessária a retirada de todos os alimentos que contenham as proteínas do leite de vaca nos casos de intolerância à lactose.

“A intolerância à lactose é uma incapacidade de a pessoa absorver a lactose (açúcar), e não a proteína. A intolerância à lactose ocorre, geralmente, depois dos 4 anos de idade. Os sintomas são gases, flatulência, cólica abdominal e, eventualmente, diarréia. As pessoas que têm intolerância a ela podem comer eventualmente pequenas quantidades em produtos derivados do leite, como queijo e iogurte”, explicou o professor de gastroenterologia pediátrica da Unifesp.

Outro problema encontrado foi em relação à ingestão de leites de outros mamíferos, como cabra ou ovelha. Cerca de 15,2% dos pediatras e 13,7% dos nutricionistas afirmaram que “leites de outros mamíferos poderiam ser utilizados como substitutos para crianças com alergias às proteínas do leite de vaca”.

De acordo com Morais, as proteínas do leite de cabra são muito semelhantes às do leite de vaca, portanto, não adequadas para o indivíduo com alergia, ou seja, “quem tem alergia ao leite de vaca, em geral, tem alergia ao leite de cabra. Quando o paciente melhora com leite de cabra é provável que não seja alergia alimentar”, disse.

O estudo levanta a necessidade de se “elaborar estratégias educacionais que ampliem os conhecimentos desses profissionais”, visando a evitar a recomendação de dietas de exclusão sem efetividade ou a ocorrência de déficits nutricionais por dietas que não preencham as necessidades nutricionais do lactente.

“Os maiores déficits de comprometimento são os procedimentos e as condutas práticas terapêuticas. Não sabemos ainda se é por desconhecimento ou porque o profissional acha que não vai conseguir fazer o tratamento de forma mais adequada. É preferível que, se o médico tem uma dificuldade maior para prestar atendimento, que ele encaminhe o paciente para um centro especializado”, enfatizou o pesquisador.



Autor: Alex Sander Alcântara

Fonte: Agência FAPESP Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

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